






























Pensamentos e divagações
De uma mulher linda e inteligente| Capítulo 1 - DESCRIÇÃO GERAL |
| Você é enérgico, franco, sincero, generoso e independente. Adora ter a atenção dos outros e de brilhar. Sua poderosa vontade confere-lhe capacidade de mando e não admite ser contrariado. Seu orgulho, passionalidade e individualismo criam-lhe atritos. |
| Capítulo 2 - TEMPERAMENTO E EMOTIVIDADE |
| Seu temperamento é volátil e explosivo, mas você não costuma guardar rancor. Seu senso de independência não admite a influencia de terceiros e freqüentemente leva-o a agir impulsiva e irrefletidamente. Possui muita iniciativa mas pouca persistência. |
| Capítulo 3 - MENTE E COMUNICAÇÃO |
| Sua mente é muito influenciada pelas emoções profundas e seu raciocínio não é lógico, salvo nos assuntos humanitários. Você aprende melhor intuitivamente já que tem percepção psíquica e intuitiva e esta voltado para a vida domestica e familiar. |
| Capítulo 4 - SENSIBILIDADE E AFETOS |
| Sua sensibilidade costuma ser ardente, fiel e protetora, mas gosta de atrair as atenções dos outros. Como você é romântico, prefere os namoros excitantes e dramáticos. Gosta de exibir seu namorado ou cônjuge. Depois de casar sabe ser leal e devotado. |
| Capítulo 5 - ATIVIDADE E CONQUISTA |
| Sua atividade é tenaz, mas flutua muito de intensidade devido a oscilação de seus estados emocionais. Você gosta muito da segurança proporcionada pelo dinheiro, mas não de ter que competir. Sente-se impelido a proteger as pessoas que gosta. |
| Capítulo 6 - SENTIMENTO E ÊXITO |
| Você é muito sociável e dificilmente evita os encontros sociais. Gosta de dar-se bem com as mais variadas pessoas e não tem um critério muito seletivo a respeito de amizades. Consegue trabalhar bem com grandes grupos de pessoas. |
| Capítulo 7 - ESFORÇOS E LIMITAÇÕES |
| Você comunica-se bem nas relações formais. Todavia, tende a relacionar-se com os outros segundo uma imagem excessivamente rígida a respeito do modo como esse relacionamento deve ser e resiste as tentativas de altera-lo. |
| Capítulo 8 - ORIGINALIDADE E INDEPENDÊNCIA |
| Sua maneira intensa, dinâmica, original e fascinante de abordar pessoas e assuntos e sua grande disposição de experimentar em matéria de sexo, exerce grande poder de atracão sobre as pessoas do sexo oposto. Gosta de investigar tudo o que esta oculto. |
| Capítulo 9 - IMAGINAÇÃO E PSIQUISMO |
| Sua natureza psíquica anseia por padrões religiosos e filosóficos mais elevados. Em vista disto, você apoia a revisão das leis em vigor, busca um sentido mais profundo para a vida, interessa-se pelos poderes da mente e gosta de fazer extensas viagens. |
| Capítulo 10 - TRANSFORMAÇÃO E DESTINO |
| Você é altamente adaptável, ama a beleza, gosta da vida social e dá grande valor ao relacionamento harmonioso. Tem acentuado senso de justiça e forte instinto social. Contudo, costuma ser inconstante em suas próprias relações sociais. |
Os pontos mais relevantes de seu Mapa Astral |
| - Você tem facilidade de compreender a psicologia dos outros. Aprecia as pessoas de diferentes raças e classes e gosta de experimentar as diferentes maneiras de viver. Você faz as pessoas se sentirem a vontade e elas gostam de lhe escutar. - Você gosta da literatura, das artes e da beleza, mas suas atitudes frias, distantes, pouco simpáticas, impacientes e irônicas afastam a afeição que os outros possam ter por você. Sua reputação social e profissional pode sofrer vários danos. Procure se dar um pouco mais. - Não importa quanto chegue a realizar, você nunca está satisfeito. Seu modo irrequieto fazem-no pular de galho em galho. Você também tende muito para o fanatismo político, social e religioso, alem de estar sujeito a muitos gastos inevitáveis. O segredo de vencer esta tendência é fazer um Plano de Disciplina Anual e segui-lo a todo custo. - Sua grande predisposição para a indisciplina, rebeldia, prepotência e egoísmo criam inúmeros obstáculos em sua vida social, profissional e amorosa. Tende a passar longos períodos sem emprego ou tem que trabalhar arduamente, sem a devida recompensa. É preciso buscar mais os outros para poder se encontrar e não desperdiçar pela vida energia sem proveito. - Você está muito ligado a finalidade espiritual e ao destino do homem. Nos fundamentos e ensinamentos das religiões, é capaz de encontrar um novo sentido nas tradições. Também prefere a liberdade de expressão e a sociedade democrática e aberta. |
A Lista de Bravo! desse mês traz os poptogramas do designer Daniel Motta. O cara usa símbolos gráficos para representar cantores e grupos musicais brasileiros. O livro "Poptogramas Brasilis", da editora Altamira, reúniu 101 deles. Dá pra se divertir tentando descobrir que artistas os desenhos representam.Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de cento e cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de cento e cinqüenta anos, mas tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o proletariado atende por Betão – é o garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas, acreditando resolver aí quinhentos anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar “amigos” do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura.
– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte dessa coisa linda que é o Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte dessa coisa linda que é o Brasil, por isso vamos a bares ruins, que têm mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gâteau e não tem frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que são os pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gâteau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne-de-sol, uma lágrima imediatamente desponta em nossos olhos, meio de canto, meio escondida. Quando um de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectuais, meio de esquerda, freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e, um belo dia, a gente chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e, principalmente, universitárias mais ou menos gostosas. Aí a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem percebem qual é a nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam cinqüenta por cento o preço de tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato). Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando reggae. Aí eles se dão mal, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil, tão raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda em nosso país. A cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gâteau pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por questões ideológicas, preferem frango à passarinho e carne-de-sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca, mas é como se diz lá no Nordeste, e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é bem mais assim Câmara Cascudo, saca?).
– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?
Eu nunca gostei muuuito de Coldplay. Pra mim é uma daquelas bandas que a gente escuta uma música às vezes, acha legalzinha, mas não se interessa muito em saber o que faz ou o que toca. Mas, depois desse mês longe de tudo, uma música deles passou a fazer meu coração acelerar quando ouço.
valendo um doce
(tirado de uma criança)
Anualmente leio por aí novas-velhas versões da famosa lista de itens clássicos de um guarda-roupa. Camisa branca, vestido preto, aquela ladainha... Chegou a hora de exigir novas inclusões. A principal delas: uma camiseta de banda.
A "camiseta de banda" (termo que inclui cantoras, cantores, trios, instrumentistas, bondes, duplas etc) é um clássico incontestável. Sobrevive há décadas, em meio a tendências furadas e pirotecnias de temporada. A minha primeira eu ganhei de uma tia, aos 7 anos. Era da Madonna: uma foto PB da época de "Into the Groove", uma moldura de oncinha e rabiscos, em rosa e amarelo, bem 80. Usei até desbotar.
Depois vieram muitas: New Kids on the Block (hahaha, é verdade!), Sonic Youth, Cash, Guns, Manic Street Preachers, Jesus & Mary Chain, CSS, Bowie, bom, pencas. Algumas eu usei por cinco, seis anos. Agora estou querendo fazer uma da Dolly Parton e outra da (be-lís-si-ma) Grace Slick (do Jefferson Airplane).
Tem gente que compra camiseta de banda a partir do hype do momento. Enfim, fazer o quê, depois passa. O importante é que a maioria usa como se fosse assim uma camisa de time, sabe, com aquele fervor todo no coração. Às vezes a camiseta vira assunto, cria amizades, inimizades, inicia romances, junta novas bandas, ajuda a escrever histórias (ou a resgatá-las).
Além disso, pode ser feita com silk, numa das famosas lojas de estamparia da Galeria do Rock, com canetinha, tinta de tecido, fita adesiva etc A camiseta de banda, nesse sentido, é bem punk, sem grife, sem logo. Vale mais a força da canção.
Para a infelicidade de muitos, a camiseta de banda ainda é tida como coisa de criança, de adolescente. Bobagem. A MÚSICA é coisa grande. Ela desafia o tempo.
Minhas camisetas de banda. A do Velvet, que é a banda que eu mais gosto, comprei no Mercado Mundo Mix e a do Arcade Fire, que eu conheço só algumas músicas, mas achei a estampa linda, comprei no site Reverbcity, que faz camisetas exclusivas de bandinhas "hype". Também comprei lá uma do I´m from Barcelona verde e linda, inspirada na música I have built a tree house, que tem uma casa na árvore, crianças e vários discos de vinil.
Ya tuve que ir obligado a misa, ya toqué en el piano "Para Elisa"
ya aprendí a falsear mi sonrisa, ya caminé por la cornisa
ya cambié de lugar mi cama, ya hice comedia, ya hice drama
fui concreto y me fui por las ramas, ya me hice el bueno y tuve mala fama
ya fui ético y fui errático, ya fui escéptico y fui fanático
ya fui abúlico y fui metódico, ya fui púdico fui caótico
ya leí Arthur Conan Doyle, ya me pasé de nafta a gasoil
ya leí a Breton y a Molière, ya dormí en colchón y en sommier
ya me cambié el pelo de color, ya estuve en contra y estuve a favor
lo que me daba placer ahora me da dolor, ya estuve al otro lado del mostrador
y oigo una voz que dice sin razón,
vos siempre cambiando ya no cambias más
y yo estoy cada vez más igual,
ya no sé que hacer conmigo
ya me ahogué en un vaso de agua, ya planté café en Nicaragua
ya me fui a probar suerte a USA, ya jugué a la ruleta rusa
ya creí en los marcianos, ya fui ovo-lacto vegetariano, sano
fui quieto y fui gitano, ya estuve tranqui y estuve hasta las manos
hice un curso de mitología pero de mí los dioses se reían
orfebrería la salvé raspando, y ritmología aquí la estoy aplicando
ya probé, ya fumé, ya tomé, ya dejé, ya firmé, ya viajé, ya pegué,
ya sufrí, ya eludí, ya huí, ya asumí, ya me fui, ya volví, ya fingí, ya mentí
y entre tantas falsedades, muchas de mis mentiras ya son verdades
hice facil las adversidades, y me compliqué en las nimiedades
y oigo una voz que dice con razón
vos siempre cambiando ya no cambias más
y yo estoy cada vez más igual
ya no sé que hacer conmigo
ya me hice un lifting, me puse un piercing, fui a ver al Dream Team y no hubo feeling
me tatué al Ché en una nalga, arriba de mami para que no se salga
ya me reí y me importó un bledo, de cosas y gente que ahora me dan miedo
ayuné por causas al pedo, ya me empaché con pollo al spiedo
ya fui al psicólogo, fui al teólogo, fui al astrólogo, fui al enólogo
ya fui alcohólico y fui lambeta, ya fui anónimo y ya hice dieta
ya lancé piedras y escupitajos, al lugar donde ahora trabajo
y mi legajo cuenta a destajo, que me porté bien y que armé relajo
y oigo una voz que dice sin razón
vos siempre cambiando ya no cambias más
y yo estoy cada vez más igual
ya no sé que hacer conmigo
No tengo penas ni tengo amores
Y así no sufro de sinsabores
Con todo el mundo estoy a mano
Como no juego, ni pierdo ni gano
No tengo mucho ni tengo poco
Como no opino no me equivoco
Y como metas yo no me trazo
Nunca supe lo que es un fracaso
Alegría y tristeza es lo mismo para mí
Que no me interesa sentir
Porque en el ángulo de la vida
Yo he decidido ser la bisectriz
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
No me involucro en la pareja
Y así no sufro cuando me dejan
A nadie quise jamás en serio
Y entonces nunca lloro en los entierros
No pasa nada si no me muevo
Por eso todo me chupa un huevo
Y no me mata la indecisión
Si "should I stay, o should I go"
Ojos que no ven corazón que no siente
Dijo un ciego cornudo una vez
Y no soy como Hamlet Perez
No me importa nada si ser o no ser
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Dirán algunos, "Ay! que insensible" (Ay! que insensible)
Otros dirán "Que vacío y simple" (Vamo' Roberto)
Y esas palabras las lleva el viento
Como no escucho, no me caliento
No estoy arriba ni abajo
Ya ni mejoro ni voy a empeorar
Y como nunca empiezo nada
No me pone ansioso poder terminar
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
Ohhh, así soy yo
(Así) Ohhh, así soy yo
Fnac Pinheiros
Av. Pedroso de Moraes, 858
São Paulo - SP - Pinheiros
Tel. (11) 3579-2000
Dia 9 de dezembro, às 20h
Leia a matéria da Bravo! aqui.
Que angústia desesperada!
Que mágoa que sabe a fim!
Se a nau foi abandonada,
E o cego caiu na estrada -
Deixai-os, que é tudo assim.
Sem sossego, sem sossego,
Nenhum momento de meu
Onde for que a alma emprego -
Na estrada morreu o cego
A nau desapareceu.