quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Transgressões
2 - Quando sair, chegar em casa antes da meia-noite
3 - Seguir as minhas escolhas e não os meus impulsos
4 - Fazer o que eu digo e não fazer que eu faço
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Iupiiii
Geralmente eu tenho um livro na bolsa. Isso porque eu sempre gastei todo o dinheiro que ganhei com roupas, sapatos, livros, revistas e cerveja e não sobrou nada pra comprar um carro. Então eu ando de ônibus e aproveito pra ler, já que não preciso dirigir. Os meus livros têm a ponta das páginas dobradas e alguns parágrafos grifados com lápis, que são as partes que mais me chamam a atenção ou com as quais eu mais me identifico. Quando eu estou com as minhas amigas tomando cerveja, depois da segunda ou da terceira, costumo sacar o livro da bolsa e começo a ler os trechos marcados. Depois de algum tempo, comecei a ler alguns pensamentos que eu anotava no meu bloquinho. E todo mundo começou a me achar a chata da turma por esse mau hábito. Só que agora eu achei alguém tão esquisita quanto eu, que também acha o máximo fazer essas coisas. Então, hoje a gente resolveu se encontrar num lugar na Vila Madalena onde os meio-intelectuais, meio de esquerda se encontram, munidas dos nossos livros e anotações, e criar o nosso próprio sarau/debate sem ninguém por perto que possa olhar fingindo que está prestando a atenção mas com cara de "que horas essa mala vai parar de ler essas porcarias".A persistência da memória (primeiro da série coisas que me tiram o sono)
Ouvi uma vez o Gilberto Gil dizer em uma entrevista pra Marilia Gabriela que ele não tinha medo da morte, tinha medo de morrer. Quer dizer, o temor dele não é deixar de existir, mas sim o processo pelo qual vai passar para deixar a vida e ganhar a eternidade. Nunca ouvi o testemunho confiável de ninguém que tenha passado pela experiência e voltado para contar como foi, mas imagino que, na maioria das vezes, seja algo doloroso e, por isso, ele tem mesmo razão em temer. Além disso, ele, que é uma personalidade, um artista reconhecido com uma vasta obra, que já deixou sua assinatura nas páginas da história, certamente quando sair da vida ganhará a eternidade, portanto não precisa mesmo se preocupar com o depois, só com o durante.Claro que isso não acontece com gente como Gilberto Gil. A parte de perder a continuidade da festa sim, mas ele sabe que ainda que não esteja mais por lá fisicamente, continuará presente como assunto nas principais rodas de conversa. Isso, porque no tempo em que ficaram, mesmo que tenha sido breve, pessoas como ele conseguem deixar sua marca, seja por meio das idéias que trocaram batendo-papo, seja porque beberam de mais e deram um show.
E é por querer compensar a ausência inevitável que um dia vai chegar, que todo mundo sente necessidade de deixar um pedacinho de si por aqui. Talvez daí venha a idéia de que toda pessoa tem que plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. São três maneiras de dizer: eu já fui embora, mas estive aqui, espero que vocês não se esqueçam de mim. Acho que a mais eficiente é o livro (que pode não ser necessariamente um livro, mas qualquer forma de registro de pensamento). Justamente porque carrega uma marca pessoal mais forte e tem a chance de sobreviver por mais tempo.
Eu, por exemplo, sei que existiu um Aristóteles, um Camões, um Beethoven, e até hoje tenho acesso ao que eles pensaram e produziram. Em compensação, não tenho idéia de como era meu bisavô, como ele vivia, no que acreditava, com o que se preocupava. Quer dizer, melhor faz quem se dedica às idéias do que quem se dedica a uma criança. Claro que as pessoas tem que ter filhos também. Se todo mundo resolvesse parar de ter filhos e começasse só a filosofar, a estudar, a pesquisar, a refletir, eu nem estaria aqui escrevendo essas besteiras. Da mesma forma, eu não estaria aqui escrevendo essas besteiras se ninguém tivesse me mostrado que tem gente que se dedica ao estudo, ao pensamento e a reflexão, quer dizer, eu não teria sobre quem nem sobre o que escrever. Há algum tempo (bastante tempo até), assisti a uma peça chamada Solidores, do André Fusko, que era um diálogo entre um casal. No meio de várias outras discussões, o cara dizia que ninguém sabia se Einstein tinha um filho e ninguém nem se importava com isso, mas todo mundo sabia que ele foi o criador da teoria da relatividade.
Volto a dizer, não sou contra ter filhos, eu digo que não quero agora, mas pode ser que um dia, quando estiver muito feliz, eu queira (no filme Romance, a personagem da Letícia Sabatela diz pro Wagner Moura que quando está muito feliz tem vontade de ter um filho). Mas isso só quando eu encontrar um homem que eu ache que mereça deixar seus genes no mundo (hehehe, e será que eu mereço?). Divagações à parte, acho que a melhor forma de sermos lembrados é por nossas idéias.
Retomo, agora, a idéia do Mutarelli, no O Natimorto, de que tem a impressão que deixa de existir para as pessoas quando não está por perto. Acho que isso, em vida ou depois da morte, não acontece com quem consegue se tornar relevante por si próprio, em vez de apoiar sua existência no outro.
E isso tem me feito pensar uma coisa. Eu já conheci centenas de pessoas. De algumas me lembro todos os dias, de outras frequentemente, mas a maioria só volta ao meu pensamento nos natais, em anos bissextos ou nas viradas de século. Mesmo gente com quem eu convivi por um bom tempo e com quem tive momentos especias acabam ficando com uma imagem embaçada, guardada em uma gavetinha lá no fundo da memória. Essas,
É, acho que pior do que deixar de existir depois da morte é deixar de existir durante a vida.
Obs: Essa é história que eu falei alguns posts atrás sobre deixar de existir quando não está por perto e que seria meio egocêntrico. A pessoa que escreveu essas coisas acima (no caso, eu) deve ter uma grande necessidade de auto-afirmação, ser insegura e precisar muito da aceitação alheia pra se sentir feliz. Deveria voltar pra terapia urgentemente, aprender a ter mais confiança em si mesma e depender menos dos outros!
Obs´: Post muito bem acompanhado por dois Dalis: A persistência da memória e Galatéia das esferas.
Essa é pra você...
Momento saudosista... But no regrets.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Assisti isso
E também
2 - O sexo é consequência, porque o que desperta o tesão é o fato de ficar junto, o que é muito mais intenso do que uma simples transa. Passa a ser uma troca e não a busca pela satisfação individual.
3 - Enquanto a admiração, no sentido de causar surpresa, durar, sempre vai haver algo a mais para se descobrir sobre o outro, sempre vai haver mistério e o relacionamento não vai cair na monotonia.
4 - Admiração é essencial, mas com certeza não é tudo. O amor sempre tem um algo mais, aquele pózinho de pirlimpimpim que cai quando duas pessoas se encontram.
5 - Nossa, sou muito experiente mesmo pra falar sobre isso....
Só teorias...
Tem gente que acredita que os opostos se atraem, outros dizem que um relacionamento só pode dar certo quando as duas pessoas são parecidas, pensam da mesma forma e têm preferências em comum ("amar é gostar da mesma música", né João?). Na minha concepção de amor, na qual o requisito mais importante é a admiração que um sente pelo outro, ambas as visões estão certas. Acho que muitas vezes o que a gente mais gosta na outra pessoa é o que a gente não tem ou não é e não consegue ter ou ser. Por outro lado, tendemos a simpatizar com gente que tem as características de que gostamos em nós mesmos.Independente de divergências, que são naturais, porque por mais parecidas que as pessoas sejam, cada uma é única, acho que quanto maior a admiração que um sente pelo outro, maior a chance de um relacionamento dar certo. Mas esse sentimento precisa ser reciproco, afinal ninguém merece ficar de baba ovo de alguém que o menospreza ou não está nem aí.
Acabei de descobrir na Wikipédia, que "admiração (do latim admirari) é um sentimento de assombro, surpresa ou espanto diante de uma situação. Na Filosofia, a «admiração» ou «espanto» é o princípio fundamental para começar a filosofar, ou seja, é um processo atrativo através do qual não passamos indiferentes perante qualquer coisa, colocando-nos em movimento, partindo de coisas simples para coisas mais complexas, terminando no conhecimento de si, como desconhecendo-se («só sei que nada sei», Sócrates) ou desconhecendo as coisas. Assim, admirar-se perante qualquer coisa é ter a capacidade de problematizar o que parecia evidente, procurando esclarecer o que se apresenta como obscuro". Como a curiosidade é o primeiro passo para o desejo (uma das frases que eu postei há alguns dias, tirada do livro O Burlador de Sevilha) e a admiração desperta a vontade de saber mais, admirar é o início para se desejar alguém.
Ao mesmo tempo, essa admiração acaba funcionando como um estímulo ao auto-desenvolvimento. Se a gente acha o outro realmente especial, o vê como alguém capaz de nos tornar melhor do que somos. Vemos que temos coisas a aprender, que o outro tem algo a nos agregar. Eu, pelo menos, já desejei me tornar uma pessoa melhor por causa de alguém, como se para merecê-lo, ou para que que ele também me admirasse, eu precisasse me melhorar. Mas isso não tem nada a ver com me subestimar, acho que é algo até saudável, porque proporciona uma evolução.
Da admiração também nasce o respeito, a paciência, a compreensão. Se houver tudo isso, os problemas encontrados pelo caminho acabam ficando menores e menos complicados, porque a vontade de estar junto vai ser sempre maior e haverá mais disposição para resolver as situações e entrar em acordo. Não haverá necessidade de impor opiniões, de mudar o ponto de vista do outro e, assim, ninguém sentirá que saiu perdendo. Porque ganhar é estar junto.
Daí, também, vem a idéia de que as pessoas se casam, ou procuram um parceiro, porque precisam de uma testemunha para suas vidas. No texto O Natimorto, do Lourenço Mutarelli, o personagem diz que tem a impressão de que deixa de existir para os outros quando não está por perto. Talvez essa testemunha que a gente procure seja alguém que vai fazer com que a gente exista sempre, porque vai estar sempre do nosso lado. Ninguém quer passar em branco e, é claro que se queremos que alguém testemunhe nossas vidas e se vamos testemunhar a vida de alguém, não vamos escolher qualquer um, né. A gente merece o melhor, merece que esse papel seja desempenhado por alguém especial e que nos dê orgulho durante essa longa caminhada (tudo bem, pode não durar tanto tempo, mas ninguém começa um relacionamento achando que vai acabar logo logo). E que isso seja reciproco, que alguém que vai presenciar todos os nossos passos e tropeços esteja disposto a nos aplaudir, a nos estimular e a nos dar a mão pra ajudar a levantar.
Testemunhar a vida também tem a ver com assistir. Não só no sentido de ser expectador, mas no de dar assistência, de cuidar. Quem ama cuida e quem não dá assistência abre concorrência, né? Quer dizer, não basta ficar na platéia, tem que participar.
Pra mim, isso é natural no amor que nasce da admiração e do respeito, só assim haverá o desejo de estar presente, de estar por perto sempre, de atuar junto. E assim ser alguém que vai fazer com que o outro não deixe de existir.
Mas isso é só a opinião de uma menininha que não sabe o que é amar e fica tentando racionalizar as coisas...
domingo, 11 de janeiro de 2009
Idéias
Tudo parece igual, mas está bem diferente
Mas uma coisa é certa...
Quando você acha que está tudo ótimo a tendência é piorar
Mas algo me diz que o pior está por vir. Agora tudo vai se resolver, porque a Donatela descobriu como tudo começou. Lembrou que a raiva que a Flora tem por ela não vem da inveja pelo casamento com o Marcelo, pelo seu talento superior, pelo dinheiro ou pela mansão em que ela vivia. Mas sim por causa daquela bonequinha fofa que ela ganhou de Natal quando era criança, a Maria Balinha. Quero só ver, na segunda-feira, ela indo entregar a Maria Balinha no rancho pra Flora. Aposto que vai ser um momento emocionante! (Mas uma coisa é verdade, a menina que fez a Flora criança tinha mesmo uma cara de má, muito má, que dava medo).
Ah, e o Norton me decepcionou muito! Coisa feia, hein, menino! O que um homem não faz para manter seus hábitos sofisticados, vinhos finos e prostitutas de luxo, né? Mas ele podia confirmar a suspeita de que sempre foi inteligente e leal e guardar uma cópia do DVD para incriminar a Flora (sei lá, ainda tenho a esperança de que ele me surpreenda).
Pelo menos a Catarina não virou lésbica. Ainda... (não! por favor!)
Putz, que papo de restaurante japonês com as amigas... hehehe
Mas é legal, vai...
sábado, 10 de janeiro de 2009
Ah!
Sempre foi
Também tenho algumas boas idéias depois que acordo, enquanto ainda estou com a cabeça no travesseiro. Mas assim que levanto, elas desaparecem como aqueles sonhos que a gente sabe que teve mas não lembra o que foi.
Então, a partir de agora eu resolvi anotar tudo. Meu moleskine está sendo subutilizado mesmo.
Por enquanto sei que pensei em escrever sobre objetivos, sobre opostos que se atraem e sobre como eu era estilosa desde criancinha (hahaha, como eu ando egocentrica). Também tinha pensado em uma coisa que tinha a ver com a gente casar pra poder ter uma testemunha da nossa vida (que eu ouvi num filme esses dias), sobre como o amor é tolerante (Romance) e sobre grandes feitos desprezados.
Só pra não esquecer...
Conselhos de beleza
De uma mulher linda e inteligente2. Se quer ter olhos belos, procure ver o lado bom dos outros
3. Se quer ter um corpo esguio, divida a sua comida com os famintos
4. Se quer ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar os seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia
5. Se quer ter uma boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha
6. As pessoas, muito mais do que as coisas, devem ser restauradas, revividas, e resgatadas: jamais descarte alguém
7. Lembre-se de que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, vai encontrá-la no final do seu braço. Ao ficarmos velhos, descobrimos porque temos duas mãos- uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo
8. A verdadeira beleza de uma mulher não está nas roupas que veste, nem no corpo que mostra, ou no seu cabelo. A verdadeira beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside
9. A verdadeira beleza de uma mulher não está na sua expressão facial, mas está reflectida na sua alma, está no carinho que oferece, na paixão que demonstra
10. A verdadeira beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos
Mas foi muito boa
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Foi mesmo...
É
E isso é bom.
Sei lá porque isso agora...
| Capítulo 1 - DESCRIÇÃO GERAL |
| Você é enérgico, franco, sincero, generoso e independente. Adora ter a atenção dos outros e de brilhar. Sua poderosa vontade confere-lhe capacidade de mando e não admite ser contrariado. Seu orgulho, passionalidade e individualismo criam-lhe atritos. |
| Capítulo 2 - TEMPERAMENTO E EMOTIVIDADE |
| Seu temperamento é volátil e explosivo, mas você não costuma guardar rancor. Seu senso de independência não admite a influencia de terceiros e freqüentemente leva-o a agir impulsiva e irrefletidamente. Possui muita iniciativa mas pouca persistência. |
| Capítulo 3 - MENTE E COMUNICAÇÃO |
| Sua mente é muito influenciada pelas emoções profundas e seu raciocínio não é lógico, salvo nos assuntos humanitários. Você aprende melhor intuitivamente já que tem percepção psíquica e intuitiva e esta voltado para a vida domestica e familiar. |
| Capítulo 4 - SENSIBILIDADE E AFETOS |
| Sua sensibilidade costuma ser ardente, fiel e protetora, mas gosta de atrair as atenções dos outros. Como você é romântico, prefere os namoros excitantes e dramáticos. Gosta de exibir seu namorado ou cônjuge. Depois de casar sabe ser leal e devotado. |
| Capítulo 5 - ATIVIDADE E CONQUISTA |
| Sua atividade é tenaz, mas flutua muito de intensidade devido a oscilação de seus estados emocionais. Você gosta muito da segurança proporcionada pelo dinheiro, mas não de ter que competir. Sente-se impelido a proteger as pessoas que gosta. |
| Capítulo 6 - SENTIMENTO E ÊXITO |
| Você é muito sociável e dificilmente evita os encontros sociais. Gosta de dar-se bem com as mais variadas pessoas e não tem um critério muito seletivo a respeito de amizades. Consegue trabalhar bem com grandes grupos de pessoas. |
| Capítulo 7 - ESFORÇOS E LIMITAÇÕES |
| Você comunica-se bem nas relações formais. Todavia, tende a relacionar-se com os outros segundo uma imagem excessivamente rígida a respeito do modo como esse relacionamento deve ser e resiste as tentativas de altera-lo. |
| Capítulo 8 - ORIGINALIDADE E INDEPENDÊNCIA |
| Sua maneira intensa, dinâmica, original e fascinante de abordar pessoas e assuntos e sua grande disposição de experimentar em matéria de sexo, exerce grande poder de atracão sobre as pessoas do sexo oposto. Gosta de investigar tudo o que esta oculto. |
| Capítulo 9 - IMAGINAÇÃO E PSIQUISMO |
| Sua natureza psíquica anseia por padrões religiosos e filosóficos mais elevados. Em vista disto, você apoia a revisão das leis em vigor, busca um sentido mais profundo para a vida, interessa-se pelos poderes da mente e gosta de fazer extensas viagens. |
| Capítulo 10 - TRANSFORMAÇÃO E DESTINO |
| Você é altamente adaptável, ama a beleza, gosta da vida social e dá grande valor ao relacionamento harmonioso. Tem acentuado senso de justiça e forte instinto social. Contudo, costuma ser inconstante em suas próprias relações sociais. |
Os pontos mais relevantes de seu Mapa Astral |
| - Você tem facilidade de compreender a psicologia dos outros. Aprecia as pessoas de diferentes raças e classes e gosta de experimentar as diferentes maneiras de viver. Você faz as pessoas se sentirem a vontade e elas gostam de lhe escutar. - Você gosta da literatura, das artes e da beleza, mas suas atitudes frias, distantes, pouco simpáticas, impacientes e irônicas afastam a afeição que os outros possam ter por você. Sua reputação social e profissional pode sofrer vários danos. Procure se dar um pouco mais. - Não importa quanto chegue a realizar, você nunca está satisfeito. Seu modo irrequieto fazem-no pular de galho em galho. Você também tende muito para o fanatismo político, social e religioso, alem de estar sujeito a muitos gastos inevitáveis. O segredo de vencer esta tendência é fazer um Plano de Disciplina Anual e segui-lo a todo custo. - Sua grande predisposição para a indisciplina, rebeldia, prepotência e egoísmo criam inúmeros obstáculos em sua vida social, profissional e amorosa. Tende a passar longos períodos sem emprego ou tem que trabalhar arduamente, sem a devida recompensa. É preciso buscar mais os outros para poder se encontrar e não desperdiçar pela vida energia sem proveito. - Você está muito ligado a finalidade espiritual e ao destino do homem. Nos fundamentos e ensinamentos das religiões, é capaz de encontrar um novo sentido nas tradições. Também prefere a liberdade de expressão e a sociedade democrática e aberta. |
Lembra...
Don´t you know you fool, you never can win, use your mentality, wake up to reality
But each time I do, just the thought of you
Makes me stop before I begin
cause I've got you under my skin
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Adorei
E não é que existe mesmo?
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Divertido!
A Lista de Bravo! desse mês traz os poptogramas do designer Daniel Motta. O cara usa símbolos gráficos para representar cantores e grupos musicais brasileiros. O livro "Poptogramas Brasilis", da editora Altamira, reúniu 101 deles. Dá pra se divertir tentando descobrir que artistas os desenhos representam.terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Faz um favor?
Adoro ironia
Bar ruim é lindo, bicho!
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de cento e cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de cento e cinqüenta anos, mas tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o proletariado atende por Betão – é o garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas, acreditando resolver aí quinhentos anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar “amigos” do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura.
– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte dessa coisa linda que é o Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte dessa coisa linda que é o Brasil, por isso vamos a bares ruins, que têm mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gâteau e não tem frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que são os pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gâteau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne-de-sol, uma lágrima imediatamente desponta em nossos olhos, meio de canto, meio escondida. Quando um de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectuais, meio de esquerda, freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e, um belo dia, a gente chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e, principalmente, universitárias mais ou menos gostosas. Aí a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem percebem qual é a nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam cinqüenta por cento o preço de tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato). Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando reggae. Aí eles se dão mal, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil, tão raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda em nosso país. A cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gâteau pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por questões ideológicas, preferem frango à passarinho e carne-de-sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca, mas é como se diz lá no Nordeste, e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é bem mais assim Câmara Cascudo, saca?).
– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Coisas bobas que marcam a vida da gente
Eu nunca gostei muuuito de Coldplay. Pra mim é uma daquelas bandas que a gente escuta uma música às vezes, acha legalzinha, mas não se interessa muito em saber o que faz ou o que toca. Mas, depois desse mês longe de tudo, uma música deles passou a fazer meu coração acelerar quando ouço.Resolvi escrever isso hoje porque é meu último dia de "férias" aqui. Vou voltar pra Capitarrr. Então é um bom momento pra me declarar. Como já falei, não há muito o que se fazer aqui no interior. A maioria dos meus amigos não moram aqui e os que moram foram viajar, ou então eu perdi o contato mesmo. Então, o que me restava fazer era ler (o que fiz muito), assistir filmes (podia ter feito mais) e... assistir novela. Passei a acompanhar A Favorita. E era entre as brigas, tramas, complôs e dilemas de Flora e Donatela que eu podia ver as cenas que mais me deixavam animada.
Explico: quando vim pra cá há pouco mais de um mês, porque meu pai teve um problema de saúde, estava um pouco desiludida com São Paulo. A cidade é muito feroz, exige muito de quem decide enfrentá-la e acaba fazendo muita gente perder a noção do que é respeito, do que é humanidade, do que é gentileza e de todas essas coisas que fazem a gente tratar as pessoas como iguais a nós e como gostariamos de ser tratados. Um acaba vendo o outro como uma coisa, que pode usar e descartar. O pior é que como a gente vê isso acontecer muito acaba às vezes entrando no jogo, mesmo sem perceber. E eu já estava quase convencida de que isso não era pra mim, de que eu não ia conseguir conviver com isso. Tá, é que o ano de 2008 não foi muito legal pra mim. E eu queria desistir.
Mas aí, assistindo a novela, que se passa em São Paulo, eu via aquelas cenas que são tipo um clipezinho pra fazer transição de lugares ou mostrar o tempo passando (anoitecendo e amanhecendo), que era sempre um panorama da cidade, cheia de prédios, antenas, carros no trânsito e alguns lugares conhecidos, como o centro. E a música que acompanhava era sempre Viva la vida, do Coldplay.
Toda vez que essas cenas apareciam eu lembrava da cidade que eu sempre disse que amava, e me dava um frio na barriga. Pode parecer exagero, mas é verdade. E eu lembrava dos meus amigos e imaginava o que eles estariam fazendo na hora, lembrava das vezes que eu saia sozinha e ficava observando as pessoas, dos carros e ônibus passando cheios de gente desconhecida olhando pela janela, cada um com uma vida diferente mas completamente igual, e de como eu gosto de sentir que estou no lugar onde as coisas estão acontecendo a todo momento, mesmo que eu não saiba o que e nem onde. Coisas boas e ruins que fazem São Paulo ser uma cidade tão apaixonante e tão detestável ao mesmo tempo. Agora eu sei que, mesmo tudo não sendo sempre um mar de rosas, o lado apaixonante é mais forte pra mim. E eu estou muito feliz por poder voltar.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Porque é assim que tem que ser...
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Sei lá...
Final de ano é mesmo uma droga!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
E também...
É só isso que eu tenho feito mesmo, e daí?
"O que havia de chocante nisso não era particularmente a traição em si, embora isso me torturasse também muito, sobretudo à noite, mas o fato de um escritor ser trocado por um médico. Ah, os médicos. Se soubessem como eu odeio os médicos e a utilidade de seu conhecimento, ao mesmo tempo em que desprezam essas coisas menores e sem sentido como um Modigliani ou Por Quem os Sinos Dobram ou Kind of Blue. Um cruzeiro e muitas praias portanto, que é, como todos sabem, o paraíso da estupidez no espaço entediante de areia e mar. E na montanha? Aqui na montanha vêm os egocêntricos olhar o mundo de cima.
Ironicamente, era um sujeito que tinha publicado três livros pela minha editora. E eles venderam mais que os meus, porque qualquer coisa que venha com regras de funcionamento para a felicidade vende como água hoje em dia. São livros de bolso que dizem o que fazer para que as pessoas vivam mais, mesmo que se quixem o tempo todo enquanto estão vivas."
Corpo Presente, João Paulo Cuenca
"Gostaria de escrever algo como 'as grandes cabeças da minha geração', mas essa é toda uma linhagem de chatos queixosos. Encaro seus olhos e só vejo o reflexo do vazio em cada um de nós, entre óculos de aro grosso, orelhas amassadas, sob cabelos pintados de loiro, em diários na rede, programas de auditório e sessões sofisticadas de cinema, é tudo a mesma grande coisa, só a repetição de padrões regurgitados e atitudes velhacas, como se nada mais houvesse ou fosse possível fora dessa nostalgia vazia.
Mas quando deito na cama, me escondo nas cobertas e choro, quem olha por mim? Quem olha por um homem que chora por excesso de opção? Quem desata o nó dentro de quem quer demais? Quem perdoa esse que confunde tudo, frustra planos, mata o que não chega a nascer? Quem alivia quem não merece? Ninguém vai rezar esse terço. Invejo a dignidade de quem chora por tristeza.
A pior coisa que pode acontecer com qualquer estética é ser adotada pela classe média. Mas não é isso que a gente acaba querendo mesmo?
O ápice é antes, logo antes dessa adoção em massa. É ali que eu quero estar. O povão tira o molho de qualquer coisa, meu caro. Note bem que é antes, não nunca.
Ah, acho que a gente só sente vergonha do que não entende. Se você apenas vive e experimenta a vida por aquilo que ela é, não sente vergonha. Não sente. O probleme é que, às vezes, sentir vergonha faz parte do tesão.
Você percebe que a única categoria de infidelidade realmente existente é a autocometida? No limite, eu só devo fidelidade a uma pessoa. Eu preciso ser sincero comigo mesmo - não posso continuar escondendo coisas de mim. Eu não quero continuar mudando de assunto e driblando pensamentos, ninguém precisa disso. Eu não posso continuar me sabotando. E não há quem me obrigue a não ser sincero. Não pode haver.
Toda vez que Alberto senta para escrever, não consegue desenvolver nenhuma idéia, acha tudo coisa passada, já escrita, sente-se como uma criança montando um quebra-cabeça montado e desmontado milhares de vezes. Açberto imagina todos os outros que já estiveram debruçados em sacadas, olhando para o céu, fumando, tomando decisões idiotas, sem perspectiva. Alberto é ingênuo o suficiente para pretender ser original e acreditar nisso. Escreve por orgulho. Além de talento, falta-lhe vergonha na cara - como tem pânico de morrer, acha que o que escreve pode sobreviver a si mesmo."
sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
You gotta be cool, you gotta be strong
E hoje eu fiquei muito feliz por reencontrar algumas das pessoas que estavam comigo nessa época. E uma coisa me fez pensar, ao mesmo tempo em que me reconfortou por ajudar a reafirmar certezas que eu já tinha. A certeza de que nunguém tem certezas. Principalmente quando se trata da própria vida e de que caminho tomar. A vida é um jogo no qual a gente sempre aposta no que acha que é o mais certo na hora, mas nunca com a certeza definitiva de que aquiela é a melhor escolha. E, o pior (ou melhor), é que nem sempre como em um jogo de dados, ou de cartas vamos conseguir descobrir se outra opção seria melhor.
Mas precisamos arriscar, de acordo com nossa intuição, e acreditar na sorte, mesmo sem a certeza de que ela está a nosso favor...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Fazer o que?
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Mãe é pra essas coisas
Mulher: Nossa, quanto tempo! E seus filhos, tudo bem?
Mãe: Ah, tudo bem, essa aqui é a minha filha mais velha.
Mulher: Nossa, é uma moça, já! Lá em casa também tá todo mundo grande. Já tenho dois netinhos até.
Mãe: Eu acho que neto eu não vou ter mesmo, já até desisti.
Mulher: Imagina, ela é nova ainda, uma menina.
Mãe: Menina nada, já tem quase trinta anos nas costas!
Eu: ...
sábado, 20 de dezembro de 2008
Colecionando citações
Só que, por enquanto, ando meio preguiçosa e sem idéias para colocar aqui. Por isso, assim como fiz dois posts atrás, vou roubar os pensamentos de outra pessoa.
Na verdade, já coloquei outras coisas desse cara aqui. Eu já tinha lido alguns textos dele, mas na semana passada assisti pela primeira vez um de seus filmes e gostei muito. Gostei e fiquei ainda mais fã dele. Porque um dos principais motivos (talvez o único) para eu gostar de alguém é a paixão. É perceber que a pessoa vive com paixão e faz algo pelo que é apaixonada. E com esse filme dá pra perceber que ele é assim.
O filme fala sobre o amor e mostra como esse sentimento não é nada simples e nada fácil de entender e de sentir, nem mesmo por quem sente. Ah, e que, como disse uma vez a minha amiga Rafa, o amor é uma questão de timing.
Tá, vou parar de enrolar. O filme é o Separações (2002), do Domingos de Oliveira. Ele mesmo interpreta um diretor de teatro, casado com uma atriz vinte anos mais nova (a arte imita a vida, e vice-versa). Na história, ele propões à mulher que dêem um tempo no casamento e ela acaba aceitando. O que ele não esperava é que ela fosse se apaixonar por outro homem. Depois vem o sofrimento, a dúvida, o fundo do poço, a negação, a negociação, a revolta, a aceitação...
Aí vão algumas coisinhas que tirei do filme:
:: O amor é o efeito colateral do sexo.
:: Amar é querer o bem do outro. Mas e quando o bem do outro é o seu mal? (Depois ele muda de idéia e diz que o amor é uma selvageria)
:: O homem (no sentido de ser humano, o que inclui a mulher) só é fiel patologicamente.
:: a paixão é a única moeda cósmica que temos à nossa disposição .
:: É melhor se arrepender de ter feito do que de não ter feito.
:: O homem tem que terminar tudo aquilo que ele começa.
:: A verdadeira liberdade de um homem não é seguir os seus impulsos, é seguir as suas escolhas.
Também tem as poesias lindas que ele escreve para a Glorinha no filme, as perguntas que ele escreve pra fazer pra ela e o texto do final, sobre o homem lúcido. Vale a pena assistir. Tem nas locadoras, até aqui na roça eu achei.
E agora no final do ano estréia o novo dele nos cinemas, Juventude, que eu estou louca pra assistir.
Aqui um trechinho do Separações:
E o trailer do Juventude:
Nada como um novo ano para tentar recomeçar
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Coisas que aprendi em um livro
Que, em relação ao tipo de mulher que se alimenta da própria sedução, machos com algum discernimento e amor-próprio colhem os favores possíveis e depois pulam fora.
Que a curiosidade é o primeiro passo para o desejo.
Que o ciúme, ao contrário do que sugerem os folhetins, não é indício de afeição.
Que não há maior ingenuidade, e pretensão, do que achar que possuímos alguém.
Que o encanto, e a maldição, das histórias é não se poder aferir se são reais ou não.
Que apaixonar-se é, antes de tudo, uma arte da imaginação.
Que os sedutores, em geral, são homens lidos.
Que amar é gostar da mesma música.
Que a coisa mais sublime que uma mulher pode fazer por um homem é participar, como cúmplice, de suas mentiras.
Ah, é!
E por que me sinto uma boba quando a gente conversa e depois fico com vergonha por ter falado tanta bobagem?
E por que eu não vou me meter com alguém do meu tamanho, em vez de procurar encrenca com quem é maior e mais forte?
Relacionamentos mal resolvidos
Por que a gente sempre prefere o que é proibido?
Por que a gente sempre quer o que é impossível?
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Chupinhado do antigo blog do meu irmão inteligente
valendo um doce
(tirado de uma criança)
.por que crianças falam demais?
.por que crianças falam?
.por que crianças?




































