quinta-feira, 11 de junho de 2009

Meus preferidos do Fashion Rio

Walter Rodrigues
Victor Dzenk

Totem

TNG

Tessuti

Têca

Sta. Ephigenia

Salinas

Redley

Printing

Melk Z-Da

Maria Bonita Extra

Mara Mac

Luiza Bonadiman

Lenny

Graça Otoni

Espaço Fashion

Coven

Claudia Simões

Cavendish

Carlos Tufvesson


Cantão
Ausländer
ApoenaAlessa
Aquastudio

terça-feira, 9 de junho de 2009

Quando eu crescer, quero ser assim

Comentários em blogs alheios (ou quem procura acha)

Se eu fosse descontrolada, jogaria o porta-retrato no espelho, daria um soco na parede, quebraria o abajur no chão. Se eu fosse emotiva, me jogaria na cama e começaria a chorar. Se eu fosse impulsiva, pegaria o telefone e faria uma ligação. Mas adiantaria alguma coisa? Então olho pro teto, engulo seco e troco de site.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

Ai, como eu sofro! (ou, Vai entender!)- relatos de relacionamentos que estranhamente não deram certo

- Cara, eu tô apaixonado por ela. É a mulher da minha vida. Quero casar e ter filhos com essa garota.
A Marcela já estava se cansando de ouvir essa conversa do Ronaldo, que não virava mais o disco desde que tinha conhecido a sua amiga Camila. A Camila era mesmo incrível. Uma menina descolada, com uns olhos azuis lindos e um sorriso constante que ofuscava tudo ao redor quando dava suas gargalhadas contagiantes. E, além de tudo, era divertida - inteligente e irônica. Até demais pra ele.
Todas as vezes que eles se encontravam em uma dessas saídas pra reunir amigos, ele dava um jeito de ficar perto dela. E conversava, e falava. E ela nada. Depois, ele alugava mais ainda a Marcela. E a Marcela contava tudo pra Camila. Não forçava nada, não fazia propaganda, nem insistia, no fundo nem achava que os dois tinham muito a ver. 
Um dia combinaram de ir a um bar pra assistir Santos x São Paulo, os três e mais um amigo do cara. Depois de algumas cervejas, o jogo acabou e resolveram ir embora. No carro, Camila cochicou pra Marcela: "Quero ficar com o Ronaldo." Quando chegaram na frente do prédio da Marcela, ela disse: "Vocês não querem subir? É cedo ainda e tenho umas cervejas na geladeira." 
A Camila tinha decidido se desenrolar de ouros dois casinhos que já tinha há algum tempo, mas que não iam nem pra frente nem pra trás, e o Ronaldo até que era divertido e bonitão. Tinha um certo charme. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura, principalmente quando a gente tá carente. 
Subiram. Ficaram um pouco na sala, a Marcela fazendo um social. Pra deixar os dois sozinhos, depois de uns 15 minutos ela falou que ia pro quarto dormir. Mas ainda tinha o amigo vela. Decidida e sem paciência, a Camila falou: "Então, acho que essa sala tá pequena demais pra nós três. E o mala, em vez de se tocar e cair fora, foi pro quarto tentar se dar bem com a Marcela. Ficou fazendo cafuné no cabelo, falando um monte de bobagens... Tudo errado! Marcela, que sempre teve pavio curto, tratou de dispensar sutilmente o mané: "Quero dormir, sai daqui e não me enche o saco!". O coitado, conformado, foi deitar na cama de solteiro ao lado. 
Na sala tudo aconteceu conforme o esperado e o Ronaldo foi embora contente (e ainda mais apaixonado) quando o dia já ameaçava nascer. Só que homem apaixonado é pior que mulher e a Marcela teve que continuar ouvindo nos dias seguintes a mesma ladainha: "Ela é a mulher da minha vida!". Achava bonitinho, afinal homem apaixonado hoje em dia é coisa rara, e conhecia de outros carnavais o jeito cafageste do amigo. "Pelo menos uma alma masculina convertida", pensava.
Continuaram saindo juntos. Ele mandava mensagens no celular no dia seguinte e se dizia cada vez mais apaixonado. Ela também estava gostando. Conversavam bastante, o beijo era bom e se divertiam juntos falando besteira. Na segunda quarta-feira depois da primeira saída, combinaram de tomar um chope depois do trabalho. Lá pelas 18h, Camila recebeu uma mensagem dele: "Deu um pepino aqui no escritório e vou ter que sair tarde. Depois te ligo". OK. Ela que já estava no pique de sair, ligou pra Marcela e foram com mais uma amiga a um bar num programa de meninas. Uns 15 minutos depois, o celular da Marcela toca: "Ia sair com a Camila hoje, mas deu um rolo aqui e não tenho hora pra ir embora. Fiquei super chateado". "Ah, tudo bem, ela vai entender, acontece". "É, queria encontrar com ela, mas amanhã eu ligo e a gente combina outra coisa". 
Chegou amanhã e Camila recebeu uma mensagem: "Vou viajar no final de semana, mas volto cedo no domigo pra gente passar a tarde juntos." Ela soriu, respondeu que OK e ficou esperando a volta dele. Passou sexta, passou sábado e nenhum contato. Domingo ela mandou uma mensagem pra ele: "E aí, que horas você chega?". A resposta? Nenhuma. Nem no outro dia, nem no outro.
A última notícia que ela teve dele, duas semanas depois, foi que estava passando férias no Nordeste.

sábado, 6 de junho de 2009

Uma vez, na faculdade, fui a um aniversário de um cara da minha classe, numa república chamada Gato Morto. Eu estava no primeiro ano. Bebi muito aquele dia e fiquei mal. Chegou uma hora em que fiquei sentada no sofá da sala da casa, vendo várias pessoas passando pra lá e pra cá. Entrando e saindo dos quartos e dos banheiros. E eu não conseguia sair do lugar. Nem me mexer direito eu conseguia. Mas eu estava consciente. Ficava pensando que sabia que estava mal e queria melhorar, mas não tinha forças pra controlar meu corpo. Foi uma sensação desesperadora, de consciência da perda de controle sobre mim mesma. Até que fui ao banheiro, vomitei e fiquei melhor na hora.
Se tem uma coisa que eu não suporto é não ter o controle sobre mim. Por isso detesto sentir sono, por exemplo. Eu sinto muito sono e durmo como uma pedra de um minuto para o outro. Só que acho que dormir é uma perda de tempo. Poderia fazer milhares de outras coisas mais importantes no tempo em que meu corpo sente a necessidade de descansar (conversar, ler, ver um filme, olhar pro teto e ficar pensando na vida...). E eu não suporto essa falta de controle que acompanha meu sono.
E também não suporto a perda de controle que estou sentindo agora. Queria uma solução rápida, como ir ao banheiro, vomitar e ficar bem de novo.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sabe quando você fica submerso na água, prendendo a respiração o máximo que consegue, até parecer que a sua cabeça e o seu peito vão explodir? E quando dá essa sensação você pensa: "só mais um pouquinho, dá pra aguentar mais um pouquinho". Então, no começo foi assim. Não por vontade, mas por força de vontade. E meu silêncio não foi direcionado apenas a você. Tive que ficar quieta para não me tornar repetitiva e chata e não parecer uma choromingona, porque só uma palavra queria sair da minha boca. E era seu nome. Mas agora passou. Não que meus pensamentos não sejam mais seus desde antes dos meus olhos se abrirem até momentos depois deles se fecharem. Mas estou aprendendo a conviver com isso. É que, como eu li no livro da Clarah essa semana, "te amo tanto que não te quero mais". E eu, que adoro estar apaixonada, me sinto anestesiada. Isso mesmo, não estou sofrendo. Essa fase já passou. Posso estar um pouquinho mais triste, mas isso é porque sinto que meu coração recebeu mais uma camada de bandagens. Acho que é assim que o coração das pessoas vai ficando pesado, pesado, pesado, e com o tempo perde a força pra disparar só por ouvir a voz de alguém falando o nome delas. Eu sei que pode acontecer de novo e muitas outras vezes. E isso é bom! É bom, porque depois de um tempo só as coisas boas permanecem. Pelo menos comigo é assim. O tempo tem a vantagem de amenizar o que foi ruim e tornar ainda mais bonitas as coisas boas. Uma hora passa... Pode demorar, mas passa.  

Um filme falado

terça-feira, 2 de junho de 2009

sábado, 30 de maio de 2009

Como eu sempre digo...

O importante é ser tranquilo e otimista...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Coisas que a gente não espera

1 - Essa semana fui ao show de uma banda que eu adoro com a minha amiga Adriana. Quando acabou, já estavamos no carro pra ir embora e ela lembrou que tinha esquecido o casaco no bar. Então voltamos, ela estacionou na frente e eu fiquei esperando no carro enquanto ela entrou pra buscar. Então, uma moça que eu não conhecia, me viu pela janela veio falar comigo: "Não é você que escreve o blog Pollyana Barbarella?" Eu perguntei como ela sabia e ela disse que era por causa da foto. Adorei! Pensava que só as pessoas que me conheciam entravam aqui. Foi legal saber que outras também leem as minhas besteiras. Ela dise que sempre entra, mas nunca comentou. Então pode comentar agora. :) 

2 - Ontem fui à Livraria Cultura da Paulista procurar um livro que eu ainda não sabia qual era. Chegando lá, estava meio perdida e resolvi pedir uma indicação. Aí liguei pra minha amiga Patricia, mas ela não atendeu. Hoje de manhã ela me mandou uma mensagem perguntando se eu tinha ligado e eu respondi que queria a indicação de um livro, de preferência que falasse sobre o amor. Ela respondeu: "A arte da guerra". Foi o ponto alto do meu dia. (Patrícia, tá vendo porque eu te adoro?"

3 - O segundo ponto alto do meu dia foi ler o último post do blog do Domingos de Oliveira em que ele diz: 
"Dando tempo ao tempo

Na verdade, o tempo é uma coisa em principio criada pelo homem, ele não é presente na natureza, mas na consciência humana. Se você vive, você diz que o tempo passa. Se você tem consciência, você tem a consciência do tempo, e ao mesmo tempo ele é o agente da sua morte. 

O ser humano nasce direcionado para a morte, sendo o Tempo o barco dessa viagem. Por outro lado, é um agente da vida, um Salvador. É costume dizer que o tempo encontra a solução para todos os problemas. Um exemplo simples, embora doloroso: Você está com uma mulher, mas você não consegue viver junto com ela porque você não confia nela. Porém, você não consegue viver sem ela. Se eu disser que não consigo viver com ela e nem sem ela, a lógica diz que a minha única solução é morrer. Certo? Errado. Mentira! Está faltando um dado na questão: o Tempo. Se você estirar seu problema no tempo, mil caminhos aparecerão: pode ser que eu deixe de amá-la, pode ser que ela passe a me amar, que as nossas coisas se resolvam, e todas as outras coisas intermediárias. Quando você estende as questões no tempo, elas mudam de feição, conteúdo e significado. O tempo é uma luneta mágica. A consciência é uma coisa que só existe quando foi perdida," Lei o resto aqui.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Mulher francesa

"A mulher francesa é naturalmente elegante. Ela fica pouco tempo cuidando de si, da aparência e mais tempo indo a museus, exposições, programas culturais. Você não vê uma parisiense na manicure ou no cabeleireiro com freqüência. São independentes e não escravas da beleza. É um charme natural que elas têm. O status para elas é cultura, estar bem informada, ter uma boa conversa. E não estar vestida com a marca tal."
Hiluz Del Priori

domingo, 24 de maio de 2009

Me contendo...

Vou ao cinema, leio um livro, vou aquele bar, peço uma caipirinha de limão, converso, canto, dou risada, escuto outras músicas, mas fico rodando em círculos e volto sempre ao mesmo lugar.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Raridade...

Insônia e milhares de coisas que são uma só passando pela minha cabeça...
Queria sair pra comprar um sorvete, um chocolate e um café. E sentir o friozinho da madrugada na pele. Ou então virar pro lado, abraçar e dormir.
Oi, tudo bem? Tudo bem e você? Tudo bem, mas tava morrendo de saudade. Eu também, como foi lá? Foi ótimo, mas senti sua falta. Mesmo? É, o tempo todo. Eu também. Pensei muito em você. Eu também, o tempo todo. Acho que a gente não consegue mais ficar separdo. Jura? É. E agora? Agora a gente faz o que tem que fazer. Você tem certeza? Você tem medo? Queria tanto ouvir isso. E eu queria dizer, mas dá um pouco de medo. Ah, mas acho que isso passa. Passa, né? Te amo. ...

terça-feira, 19 de maio de 2009

Oi, tudo bem? Tudo bem e você? Tudo bem, saudade! É, eu também. Como foi lá? Divertido, depois te conto mais. Depois? É, andei pensando. Hum... Acho que foi um engano. Ah, é? É, não era pra ser assim. É, imaginei que você fosse dizer isso, acho que concordo mesmo com você. Ah, é? É. Por que? Ah, tenho muita coisa pra fazer ainda. É verdade, sei como é. Sabe? Acho que sei. Melhor assim, né? É. Tá bom, não me liga mais, então tá? Nem amigos? É, a gente não funciona assim. Então tá. É. Tá, um dia te conto mais. Tá bom. Tchau então. ...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Então

Como é mesmo o nome daquele cara daquea banda de rock famosa? Aquela que é considerada uma das melhores do mundo de todos os tempos? Deve ser esse aí mesmo que você pensou. Então, todo dia quando volto pra casa vejo um poster dele na parede de um apartamento no térreo de um prédio da minha rua. Fica um quarteirão antes do meu prédio, no caminho pro metrô. Até a semana passada eu sabia o nome desse cara e toda vez que passava e via o poster pendurado na parede do lado de um chapéu verde, estilo Peter Pan (que, por sinal, fica pendurado muito alto, numa altura em que não se costuma pendurar chapéus), eu pensava: olha, é o Fulano. Mas há alguns dias o nome dele sumiu da minha memória e agora toda vez que eu passo ali, como hoje por duas vezes, fico tentando lembrar. Mas não vem. O cara mora num apartamento de dois quartos. Mas parece que só um é usado. O outro está sempre com a janela fechada. E o primeiro tem umas prateleirars também muito altas, com roupas dobradas e livros e papéis. Tudo meio bagunçado. Se tem cama, de solteiro ou de casal, ou colchão no chão, eu não sei, porque a janela fica num nível mais alto que a rua. (Pelo estilo das outras coisas que vejo, imagino um colchão no chão com aqueles lençois sem jogo). Mas dá pra ver algumas coisas, como as que estão penduradas muito altas, pela janela de vidro. Um dia, só uma vez, o cara estava na janela olhando a rua. Eu olhei pra ele e falei no pensamento: Oi, tudo bem? Eu te conheço. Você é o cara que mora no apartamento do poster do Fulano de Tal que eu não lembro o nome e do chapéu verde, que não usa chapéu, pois ele está sempre pendurado muito alto. E você não deve assistir televisão, porque nunca tem na janela aquela luz azulada de televisão ligada, deve ler bastante, porque aluz sempre está acesa, e deve ter um violão, que não toca com frequência, porque nunca ouvi nenhuma música aí. Mas você tem cara e apartamento de quem toca violão. E de quem fuma maconha com os amigos. Apesar de a luz estar sempre acesa e não ter nunca movimento na sua casa, imagino que você tenha amigos que fumam maconha. É, com esse chapéu verde pendurado alto, esse poster do Fulano, essa luz sempre acesa e essa casa vazia, você tem cara de quem fuma maconha. Na verdade nem sei que cara o cara tinha, Não reparei. Mas hoje pasei de novo ali na frente e olhei pela janela. Mas a luz estava apagada. E eu fiquei com medo de estar andando na rua sozinha a essa hora da noite, com a luz pagada e apertei o passo, mesmo depois de já ter andado quase cinco quadras sem preocupação alguma. E o barulho das minhas botas de cowboy pisando na calçada ficou mais alta. E o ritmo da música na minha cabeça aumentou: "You keep saying you've got something for me something you call love, but confess. You've been messin' where you shouldn't have been a messin' and now someone else is gettin' all your best. These boots are made for walking, and that's just what they'll do one of these days these boots are gonna walk all over you." Cheguei em casa, subi no elevador me olhando no espelho e me achei bonita hoje. Não é que você fala a verdade quando diz que meus olhos são bonitos? E eu nunca tinha achado. Da minha boca eu sempre gostei, mas meus olhos? É, eles são bonitos sim. E eu fiquei pensando em como eu detesto o mar, porque ele só serve pra separar as pessoas.

domingo, 17 de maio de 2009

Um trechinho...

Ainda tô no começo, mas aí vai:

"Até então, eu não era propriamente infeliz. Mas tampouco era feliz. Tinha saúde, tinha momentos de alegria, mas passava a maior parte do tempo triste. Tolice, mentira, injustiça, sofrimento: fazia-se em torno de mim um caos muito escuro. E que absurdo eram os dias, a se repetirem de semana em semana, de século em século, sem levarem a parte alguma! Viver era aguardar a morte durante quarenta ou sessenta anos, patinando no nada. Por isso é que eu estudava com tanta dedicação! Só os livros e as idéias resistiam a tudo, só eles me pareciam reais.
Graças a Robert, as ideias baixaram à terra e a terra tornou-se coerente como um livro, um livro que começa mal, mas que acabará bem. A humanidade tinha uma direção; a história, um sentido. E minha própria existência também. A opressão, a miséria encerravam a promessa de seu desaparecimento. O mal já estava vencido; o escândalo, dispersado. O céu fechou-se sobre minha cabeça e os velhos temores me abandonaram. Não foi a poder de teorias que Robert me libertou deles; demonstrou-me que a vida se basta a si mesma, só com o ser vivida. À morte ele não dava nehuma importância, e suas atividades não eram entretenimentos: ele gostava do que gostava, queria o que queria, de nada fugia."

Os mandarins, Simone de Beauvoir

Vai saber...

Ando ansiosa. Com vontade de fazer muitas coisas. Fazendo algumas e outras não. Esperando alguma coisa que vai acontecer. Esperando alguma coisa acontecer. Espero que alguma coisa aconteça. Que uma coisa aconteça. Como a Christina do Woody Allen, sei cada vez mais o que não quero e, assim, chego cada vez mais perto do que quero. Quero ver a Fernanda Montenegro no teatro e, por isso, comecei a ler Simone de Beauvoir. Quero assistir Budapeste, por isso comecei a ler o livro do Chico Buarque. Quero ver Audrey Tatou como Chanel, mas parece que só estreia em agosto. Quero conhecer o Antoine Doinel, por isso nesse final de semana me dediquei a assistir aos filmes do Truffaut. Quero voltar a ir ao teatro tanto quanto ia no ano passado. Quero continuar encontrando meus amigos jornalistas para discutir assuntos essenciais à vida humana e para formular teorias com saleiros na mesa do Filial. Quero conviver com pessoas que não subestimem a inteligência, o bom-senso e o senso estético dos outros e que saibam que algo não precisa ser mediocre para ser compreendido. E que vejam a beleza além da banalidade e do óbvio. Quero ter forças para não me entregar à inércia, à acomodação de pensamento, à estupidez e à ignorância.
Amém!

É por essas e outras

Que eu admiro meu amigo (posso te chamar assim?) Lucas Pretti. A gente fez faculdade juntos, ele agora escreve sobre tecnologia no Estadão e faz teatro. Ele é um cara obstinado, que vai atrás do que quer, do que gosta e do que acha certo. Mas, acima de tudo, admiro o respeito que ele tem pela arte. Ele entende muito mais do que eu, mas me identifico com a paixão e entusiasmo com que ele fala sobre o assunto, encarando a arte como o que dá sentido à vida e ao mundo. Pelo menos é o que eu sinto quando conversamos.
Fazia tempo que eu não lia seu blog por pura falta de tempo e computador (e fui cobrada disso por duas vezes nas últimas semanas). Mas hoje, aproveitando o final de semana livre, dei uma passada lá e encontrei esse texto sobre a entrevista que ele fez como Hermeto Pascoal (sobre o qual ele já tinha comentado esses dias na Mercearia). Clica aqui. Só digo uma coisa: Lucas, você tem cacife para fazer o que quiser!


sábado, 9 de maio de 2009

E já está nas bancas...

a edição de maio da Moda Moldes. Pouca gente sabe como foi difícil, mas ao mesmo tempo delicioso, fazer essa edição. Mas ficou linda!
Tem um editorial que eu adoro, com mães e filhas reais (não modelos) usando as mesmas peças de roupa, que foi muito gostoso de fazer porque dava pra perceber que todo mundo estava se divertindo. Acho que por isso ficou tão bonito. E teve a participação da minha amiga Patricia Valim, que está linda com a fofa da Aninha nas fotos.

Ai que saudade...

do meu MacBook que morreu de coma alcoólico...

Mais...

A gravação tá ruim, mas eu adoro essa música.



E outra...



E mais uma...



Em junho eles lançam o terceiro CD, dessa vez com músicas próprias e, segundo a vocalista Natalia Mallo, com "coisas que você nunca ouviu igual".

Virada Cultural

Eles fizeram o melhor show. Adoro essa banda!


sábado, 18 de abril de 2009

:P

Esse blog tá abandonado.
Coitado...
É que a vida da autora anda muito movimentada.
Uau!

sábado, 11 de abril de 2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Que dia lindo!

Queria ir pra praia!

Mas acho que vou ao cinema...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Saudade...

dos meus amigos queridos que me mandaram beijos essa semana. E até do cara que me trata com grosseria sempre, porque é um grosso por natureza, mas pergunta de mim pra minha amiga e me chama pra churrasco.

Queria aproveitar esse post pra agradecer a todos vocês que me apoiam, mesmo sem saber, que me ensinam coisas, mesmo sem perceber, que conversam comigo, mesmo quando não sabem que eu estou precisando muito conversar (porque eu nunca falo que preciso, pq sou orgulhosa), que me escutam e me contam coisas porque confiam em mim. Se você está lendo isso, provavelmente é uma dessas pessoas.

E queria agradecer também, publicamente, à minha mãe e ao meu pai, que têm aguentado essa tranqueira há 27 anos e não desistiram nunca! E a Liu (a moça bem sucedida da família), que não tem nada a ver comigo, mas eu sei que me adora (e eu adoro ela tb), e ao Fael (o mais inteligente da família), que me acolheu na casa dele e me empresta o computador e me mostra músicas legais e tem um bom gosto incrível, e me empresta as calças dele, e foi o primeiro a ler a revista inteira com olhos críticos. Quando eu crescer, quero ser igual a vocês!

Parece agradecimento de Oscar, né? Que delícia!

Sorte de hoje no orkut

Muitas das grandes realizações do mundo foram feitas por homens cansados e desanimados que continuaram trabalhando.

Sorte nossa que eu tô super animada! 

É sério!

Ps: Moda Moldes já está nas bancas, com a Patrícia Poeta na capa. Compre para prestigiar o trabalho da amiga aqui! (sou a editora, pra quem ainda não sabe...) 

Dúvidas, reclamações ou sugestões, escreva! Sua opinião é muito importante para nós!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Eu somatizo no estômago...

E eu, que nunca fico doente, essa semana tive dor de cabeça, dor de estômago e estou há três dias com o nariz entupido...

domingo, 5 de abril de 2009

Girls just wanna have fun

Depois de uma semana heavy, tive um final de semana muito divertido, com programas de menininha, almoço com amigos queridos, passeio na Vila Madalena, baladinha com música boa e pessoas legais e um filminho para fechar com chave de ouro.
É engraçado como essas pessoas que criam filmes conseguem fazer a gente se enxergar na tela. Ontem, saí para dançar com uns amigos, entre eles a Rafa, minha amiga do coração, que há quatro anos me acompanha nos melhores e nos piores momentos da vida, a Ju e o Rafinha, amigos dela. O lugar estava lotado (do jeito que eu não gosto), mas o som era legal e conseguimos dançar e nos divertir. No final da noite, presenciei uma cena que vi se repetir hoje no filme Ele não está tão a fim de você. Eu e o Rafinha ficamos assistindo a um casal flertando (que palavrinha!). Ele, como um homem que conhece sua espécie, começou a analisar a linguagem corporal dos dois e conseguia prever, a cada movimento, o que iria acontecer. Com muita paciência, e pela amizade, ficamos esperando o desfecho que, como era esperado, não foi dos melhores. Hoje, vi o Alex (Justin Long) fazendo a mesma coisa com a Gigi (Ginnifer Goodwin), no cinema. 
No bar, também presenciei o seguinte diálogo:
Cara: Você precisa abrir a porteira e deixar o rebanho entrar e não ficar se preocupando só com um cara.
Menina 1: Que rebanho?
Cara: Ah, você é bonita, inteligente, mora sozinha e é solteira. Deve ter um monte de caras atrás de você.
Menina 1: Não tem nada.
Menina 2: É, pra você ver como a situação está difícil.
Uma parte dessa história é mentira. Sempre tem, sim, muita gente interessante e interessada, só que nem sempre com os mesmos objetivos que a gente.
Quem assistir ao filme vai se reconhecer um pouquinho em cada personagem. Porque todo mundo já ficou carente, já deu um fora, já deu um perdido, já ficou em dúvida, já foi traido ou teve vontade de trair, já se sentiu feito de bobo ou não entendeu o que estava sentindo. O problema é que quando a gente tá do outro lado, não consege ver que o outro sente as mesmas coisas que a gente, porque no fundo todo mundo é igual. Pode parecer contraditório, mas é extamente por isso que não existem regras nos relacionamentos. E é por isso que, pelo menos eu acho, o mais importante (além de ser tranquilo e otimista!) é ter muita compreensão. (Essa pode ser uma idéia furada, já que eu também estou sozinha há algum tempo, por vontade própria, ou não.)
Mas, mesmo pautando minha vida por essa ideia meio fracassada, ela deve valer de alguma coisa porque parece que as pessoas confiam nas minhas teorias. Me senti um pouco psicóloga nesse final de semana. Entre sexta e sábado à noite, três caras com quem conversei passaram 70% do tempo me contando sobre seus relacionamentos anteriores que não deram certo. Eu, do alto dos meus 27 anos de experiência e sabedoria, escuto (tentando aprender alguma coisa) e digo o que penso (que a gente tem que tentar se colocar sempre no lugar do outro, que as pessoas têm suas particularidades, apesar de sentirem coisas parecidas, que, ao mesmo tempo, a gente não pode se anular em função do outro, e blá blá blá). Pra mim, isso seria o ideal. Acredito que um dia vai dar certo na prática. Mas também não estou muito preocupada com isso agora. Quer dizer, até estou, mas existem situações que fogem ao nosso controle. Fazer o que, né?
É pra esquecer esse tipo de preocupação que servem os momentos bons que a gente passa com as amigas, seja comendo uma pizza em casa, seja saindo pra dançar, seja indo ao cinema pra ver um filme que sirva de consolo.
Pra fechar o post sobre relacionamentos, deixo duas dicas do Jimmy Fallow, publicadas na revista Glamour de abril:
"Do marry someone you love to be with. "When a game's on TV, I'll invite my wife to join me and my friends. I don't go 'Hey, I need my man time...'"
Don't ever date a guy who uses the term man time."

Ps: O Ben Affleck é um fofo no filme. E o Bradley Cooper é um coitado.

Adivinha...

em que eu tô pensando.

segunda-feira, 30 de março de 2009

domingo, 29 de março de 2009

Nem as velhinhas...

vão sozinhas ao cinema no domingo a tarde...
Eu vou...
E agora vou fazer um frango com curry. 
Só pra mim...

Recebi da Fabi Vajman


Tenho que dar 7 segredos de beleza, pelo que entendi, então aí vai:
* Como tudo o que quero. (Evito frituras, mas isso é espontâneo, porque tenho preferências meio naturebas mesmo.)
* Faço sempre o que gosto.
* Tento olhar sempre as coisas (e as pessoas) pelo lado bom.
* Não passo vontade.
* Cuido de mim (hidratante, maquiagem, etc), mas não deixo de me divertir porque não deu tempo de fazer as unhas.
* Me importo mais com o que eu sinto do que com o que os outros pensam.
* Tento estar sempre bem, porque o que está dentro da gente se reflete no lado de fora.

Indico a Audrey Hepburn (aqui), uma da mulheres mais lindas e elegantes que já existiu. As outras seis eu não sei...

sexta-feira, 27 de março de 2009

E, no fim...

eu não fui...

Coisas para melhorar

* Ser mais atenta
* Ser mais rigida
* Descobrir uma nova forma de organização

quinta-feira, 26 de março de 2009

Ah!

E quero agradecer ao meu personal organizator de carreira. Você conseguiu me dar um ânimo extra. 
Hoje, no meio da tarde, parei por uns minutos e olhei pra redação. Me senti como quando era adolescente e, antes das aulas de volei no clube, tinha que dar umas mil voltas na quadra correndo. Eu nunca tive perfil de esportista. Sempre chegava uma hora na corrida em que eu não aguentava mais. Sentia falta de ar, dores, tontura. Mas pensava: falta só mais um pouquinho. Algumas vezes desisti. 
Mas hoje, quando meus pensamentos não estavam mais fazendo sentido e as letras estavam embaralhadas na tela do computador, lembrei de tudo o que você me falou e consegui ter um gás a mais pra terminar o dia.

O que realmente importa

Tenho trabalhado bastante. Como eu já disse aqui, adoro meu trabalho. Mas ele tem uma particularidade que quase não se vê hoje em dia e que, por um lado, é ótima, mas em alguns momentos é bem ruim, como foi nessa semana. Na empresa em que trabalho, o horário de expediente é cronometrado em minutos e segundos. A gente entra às 8h30 e sai às 17h54, em ponto. Não é permitido ficar depois desse horário. Isso significa que as milhares de coisas que eu tenho que fazer têm que ser feitas nesse intervalo de tempo. Nem um minuto a mais. O bom é que eu, teoricamente, posso ter uma vida social, pois não fico até tarde trabalhando. O ruim é que às vezes não dá para fazer tudo, mesmo trabalhando sem parar, e eu tenho que ir embora deixando coisas sem terminar, o que me angustia.
Como o volume de trabalho, a responsabilidade e a pressão são muito grandes, tenho chegado em casa acabada. Sem forças pra nada. Esse é um dos motivos pelos quais eu tenho postado pouco. Outro motivo é que, desde que mudei de casa, não tenho mais computador. Uso o do meu irmão quando ele não chega em casa cedo. 
Eu trabalho com moda e preciso saber o que acontece por aí. Todo o meu tempo livre, tenho usado pra ler revistas sobre o assunto e pesquisar. Por isso, tenho deixado de fazer outras coisas que amo. Não tenho tido ânimo nem energia pra ir ao teatro, ir ao cinema, ler sobre outros assuntos, principalmente cultura, e nem mesmo pra encontrar os meus amigos, de quem gosto tanto. Minha última balada foi no hospital, acompanhando a Rafa, que ficou doente.
Hoje, eu trouxe uns textos pra editar e escrever em casa. Trouxe, para ler, algumas revistas de moda e uns livros sobre beleza (mais especificamente, sobre cabelos!). Sentei na frente do computador e resolvi, antes de começar atrabalhar, fazer uma coisa que não fazia há tempos. Entrei no blog do Domingos de Oliveira.
Voltando algumas horas, hoje a tarde o João me mandou um texto do Paulo Roberto Pires, também do blog, em que ele fala sobre o Genius. Aqui vai um trechinho, que cita Giorgio Agamben, filósofo italiano, num texto (do livro “Profanações”):
"O Genius é paradoxal. Ele só existe relacionado a nós e à nossa personalidade, mas só se manifesta quando nos “perdemos” de nossa identidade. Quando, diz ele, nos emocionamos profundamente temos um momento de “perda” (de referências, de segurança) – e aí encontramos o Genius, o que nos anima de forma mais fundamental e profunda.
O Genius, prossegue Agamben, é aquilo que em nós faz exigências pouco racionais mas fundamentais, tais como, por exemplo, um caderninho específico para escrever, a escolha de canetas, papéis coloridos, etc. Uns diriam “capricho”, outros obedecem cegamente ao seu Genius – mesmo sem saber que estão fazendo isso. Não ouvir e atender o Genius é negligenciar, em nós, o que talvez tenhamos de melhor: a capacidade de criar o novo, inventar.  Como diria a Marguerite Duras aí em baixo: uma coisa é escrever, outra é publicar livros. Esta última é mais fácil; a primeira, só alimentado este deus caprichoso."
E aí eu chego em casa e leio o Domingos escrevendo apaixonadamente, com seus setenta e poucos anos, sobre seu primeiro contato com o amor, a morte e a arte:
"O encontro com a Arte e a Cultura deveu-se ao pai dela [a primeira mulher dele], seu Álvaro. Ele gostava muito de mim. Foi o primeiro a perceber exaltadamente o meu artista. Na minha casa de origem não se liam livros. Nem se ouvia música. Foi seu Álvaro que botou nas minhas mãos Nietzsche, Dostoievski, Beethoven, Bach, Scarlatti, Van Gogh, Rafael, Picasso, Charles Chaplin, e Alan René. Ele foi o primeiro que me disse “Seu poema é bom. Mas o copidesque do seu poema é muito melhor.” Esse homem, que eu amava loucamente, morreu muito cedo. Um ano depois do meu casamento. De uma doença estranha e feroz chamada botulismo, uma coisa que aparece nas vacas. Sofri aos berros, aos uivos, quando ele morreu. Era meu primeiro contato com a Morte. Completando o quadro da Cultura, havia também a mulher dele, dona Lucy. Neta de um famoso caudilho do Sul, ou seja, gente fina de verdade. Aristocracia rural. Quando ela apareceu, meus amigos e eu transferimos imediatamente toda a nossa paixão para ela. Era uma deusa. Linda, parecia Vivian Leght, de “O Vento Levou”. Lembrava Grega Garbo e adorava as cenas de sexo de “Hiroxima, Mon Amour”. Enfim, uma mulher divina, pairando acima do bem e do mal. Defensora discreta do hedonismo. Envolta constantemente numa onda de classe e beleza. Para mim, que vinha de uma família burguesa onde era preciso tampar os ouvidos antes do almoço tal a gritaria, aquilo era o paraíso. A perfeição do paraíso."
E depois sobre a arte:
"Cultura é uma coisa extremamente importante. Magnamente importante. Mas é apenas o trem, a Arte é a locomotiva. São os verdadeiros artistas que devem ser apoiados, descentralizadamente, é claro. Estamos num país pobre. Não é necessário fazer uma Arte medíocre, é preciso fazer uma grande Arte. E os poderes constituídos não chegam nunca lá. Não tem tempo para saber onde está o ouro. Aquilo que justifica a atividade, a Arte. Cultura é uma palavra muito ligada à educação. Mas é a Arte que modifica as pessoas e o caminho humano. A Arte é a meta."
Adorei isso: é a arte que modifica as pessoas. Realmente, pra mim a arte é o que é capaz de tocar a gente de forma profunda, mas delicada ao mesmo tempo, de fazer a gente pensar, ou repensar, sem ser impositiva. Quando eu entrevistei a dramaturga Silvia Gomez, ela disse que pra ela o teatro era o lugar pra fazer perguntas, pra fazer as pessoas pensarem, e pra compartilhar os sentimentos e emoções.
Num dos posts anteriores, sobre degustar a vida, escrevi que às vezes a gente liga o piloto automático e deixa as coisas acontecerem, a vida ir passando, sem aproveitar, sem saborear os momentos. E acho que eu ando assim ultimamente. Se tem algo que eu não suporto é ter que ficar presa a uma coisa só. É não ver novidades, não respirar outros ares. É ficar bitolada. 
Estou precisando fazer mais perguntas, compartilhar emoções, ouvir outros pontos de vista, trocar ideias, me sentir estimulada. Não no trabalho, mas fora dele. Estou me sentindo alienada do mundo. Preciso ouvir o meu Genius e preciso que ele me dê forças pra sair dessa inércia...

terça-feira, 24 de março de 2009

Auf Auchse

Bizarrices que me fazem rir...

1 - A matéria na Nova que começa mais ou menos assim: A estudante fulana de tal viciou suas amigas em cocaina. Ela vendia drogas para comprar bolsas e roupas de grife. No texto perguntam se ela usava drogas e ela diz que o pior erro que um traficante pode cometer é consumir seu estoque.

2 - A Rafa me contando que a Becky Bloom comprou um carrinho para superfícies rochosas para trilhas, uma mamadeira Dior e um estetoscópio pro filho que está esperando. Quero muito ler esse livro! (O chá de bebê de Becky Bloom)

Preciso de um homem...

Que tenha uma furadeira pra instalar uma prateleira no meu quarto no final de semana. Alguém?

Onde estão as pessoas...

quando a gente mais precisa delas?

terça-feira, 17 de março de 2009

Adoro!

Uma das coisas mais legais é perceber que as pessoas que trabalham com a gente estão se divertindo. Hoje foi um dia ótimo. Apesar de cansativo (principalmente pra Nati, pra Fe, pra Roberta e pro Ernesto), foi muito divertido, principalmente pras meninas que fizeram as fotos, celebridades ou não. Tudo ficou lindo e eu adorei! Depois ainda nos encontramos sem querer no Marquinhos... pra fechar com chave de ouro e muita besteira... Se todos os dias forem assim... 
Depois coloco as fotos do making off, que não estão vindo pelo bluetooth.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Com a Rafa em Santos...

Consegui cumprir minha programação dominical. Acordei cedo e fui tomar café na Villa Grano. É uma padaria na Vila Madalena com um buffet de café da manhã que é uma delícia. E, apesar de sempre cheio, o ambiente é muito gostoso. Tem famílias com criancinhas, casais de namorados que sempre chegam mais tarde, amigas e amigos com tênis e roupas de corrida. Todo mundo jovem, bonito e com cara de domingo feliz. Comi ovos mexidos, pão integral com trocentos grãos, peito de peru, queijo branco, mamão com mel (que eu amo!!), muita fruta, granola, iogurte e, claro, waffle com calda de chocolate (porque eu tenho, sim, uma alimentação saudável e adoro, mas ninguém é de ferro). Pensei que queria ter um namorado que comesse panquecas e brownies pra eu poder roubar um pedacinho. Fiquei lendo minha TPM, dei risada sozinha com as notas do Badulaque, e saí de lá depois do meio-dia - foi um brunch e não um café da manhã. 
Como não basta alimentar só o corpo, fui caminhando até o Tomie Ohtake (aquele prédio lindo, todo cheio de ondas azuis, roxas e rosa, que fica na Pedroso) e vi duas exposições. Primeiro a Latitudes, com obras de artistas latino-americanos. Adorei El grande de España, do Diego Rivera, e as obras surrealistas de Frida Kahlo e companhia. Depois vi uma série de gravuras da Tohmie Ohtake, que - na minha humilde ignorância - não me dizem nada. Mas são bonitas.
Saí de lá umas 15h e fui andando até a Rebouças. Na pracinha na frente da Fnac tinha uma feirinha de artesanato e uma moça cantando samba. Um clima muito gostoso pra um domingo de sol. Entrei em um sebo, perguntei por um livro, que não tinha. Peguei um ônibus até a São João e fui pra Galeria Olido assistir O Homem que Amava as Mulheres, do Truffaut, com a Dri. Saimos de lá e fomos comer um yakissoba na Choperia Liberdade. Adoro a breguice desse lugar! Depois de comer, tomar um chope e ouvir várias músicas bregas no karaoke, peguei o metrô e chegeui em casa em 20 minutos. Meu quarto já estava vazio (o antigo morador veio buscar as cosias dele). Ainda bem que não levou a cama, porque a minha só chega na semana que vem. E vai ser grande e só pra mim. Por enquanto, com a cama pequena mesmo, mas só pra mim, dormi ouvindo isso:


   

domingo, 15 de março de 2009

sábado, 14 de março de 2009

Cruisin'

Duas novidades

1 - Morar perto de uma padaria me vez perceber o quanto eu amo salame e mortadela. Tô ficando viciada.

2 - Essa semana realizei um desejo antigo: esmagar batons (entre eles um Dior).

sexta-feira, 13 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

Como agora...

a única coisa que eu tenho feito, além de trabalhar e comer, é dormir, decidi investir em uma cama de casal bem gostosa e só pra mim. Passei na Ortobom pra pesquisar e disse que queria uma cama box de casal. O vendedor olhou pra mim e perguntou:
- Qual é o peso do seu marido?

Tá louco, a gente não pode querer uma cama grande só pra gente, não é? 

domingo, 8 de março de 2009

No fim...

Não fiz nada do que programei...
Mas torrei no sol, fiquei um pimentão, conheci vários vizinhos legais e descobri um truque com gelatina...
A melhor frase de hoje, dita pela Mari: A mulher tem que ter passado e o homem tem que ter futuro.

sábado, 7 de março de 2009

Mais uma noite de sábado em casa...

Pra que sair, quando a gente tem tudo o que precisa em casa?  Uma massinha gostosa, mate gelado, uma pilha de revistas pra ler e um DVD pra assistir. Além disso, amanhã quero acordar cedo pra tomar café da manhã na Villa Grano. Talvez andar de bicicleta no Villa-Lobos. Preciso fazer algum exercício, tô muito sedentária. Hoje até que caminhei bastante. Fui e voltei na Paulista, da Consolação até o Reserva Cultural.
Assisti Frost/Nixon no HSBC Belas Artes. Saí de lá com uma pergunta e uma constatação. Primeira: o que a Rebecca Hall está fazendo no filme? Eu perdi alguma coisa ou é só mesmo pra dizer que tem uma mulher bonita em cena? Segunda: esses telefonemas de bêbados de madrugada podem arruinar a vida de uma pessoa.
Depois, fui andando até o Reserva Cultural. No caminho vi várias bancas ainda com a Bravo! de fevereiro, que tem o John Lennon na capa. Cheguei em cima da hora pra assistir O Casamento de Rachel, que era na última sala. 
Quando passei na frente da livraria, vi a Bravo! nova, que tá com uma capa meio diferente das que costuma ter (geralmente a foto de alguém). Entrei na sala, vi que o filme ainda não tinha começado e não resisti, voltei pra olhar a revista. Dei uma folheada e vi que a matéria de capa tá bem bonita, assim como a matéria A Índia é Pop, do André Nigri (cheias de cores, como eu adoro!). Procurei a minha seção preferida, o Confessionário, do Armando Antenore, pra ver com quem era, mas não achei e fiquei decepcionada (de novo, será que eu perdi alguma coisa?). Mas vi que ele fez uma entrevista com o Ferreira Gullar. Então tá. 
Sobre o filme, no começo me incomodou um pouco, achei meio bobo. Na verdade, não tinha gostado muito até quase o final. Mas passei a sentir uma certa simpatia depois que o casamento começa de verdade (e não foi porque entra uma escola de samba). A Anne Hathaway tá bem, sim, no filme. Ela passa uma sensação de incômodo constante. É a drogada mimada, mas transmite o mal estar que a personagem sente o tempo todo. E também gostei do pai dela, que parece o meu pai arrumando a cozinha, colocando as louças pra lavar e perguntando o tempo todo se a gente quer comer alguma coisa. hahaha
Passei na Fnac e comprei a mag! (de janeiro ainda), que tá linda, com um editorial inspirador sobre a alegria. E passei vontade, porque por mim compraria todas as revistas internacionais de moda, que têm umas referências incríveis. E também os livros da Nina Garcia, fofos e divertidos. Mas aí eu lembrei que preciso comprar uma cama e coisinhas pro meu quarto, me contive e deixei pra próxima visita à livraria.
Queria estar animada pra ir ao aniversário com a Rafa, ou à Mercearia com o Binho. Mas parece que a cama tá chamando meu nome.

Que bom!

Essa semana foi ótima! No trabalho e em tudo. A única coisa que faltou foi encontrar minhas amigas, que sairam ontem, mas eu tava muito cansada e não aguentei. 
E eu ganhei um dos melhores presentes de todos os tempos. O filme mais lindo ever, que acabou de ser lançado:
E hoje eu vou ao cinema. Faz muito tempo que não vejo nada e já tô me sentindo mal.

quarta-feira, 4 de março de 2009

E hoje...

eu quase chorei quando vi as fotos de um editorial jogadas na página. Ficou tão lindo que meus olhos se encheram de lágrima!

É verdade!

Eu amo minha vida.
Eu amo meu trabalho.
Eu amo meus amigos.
Eu amo roupas.
Eu amo idéias legais.
Eu amo coisas bonitas.
Eu amo o Lou Reed.
Eu amo essa música.


terça-feira, 3 de março de 2009

Eu criei esse blog pra escrever...

E não pra ficar postando videos. As pessoas estão reclamando que eu não escrevo mais. Desculpa gente, é que eu tô tendo que concentrar minhas energias em outras coisas. No trabalho, em um amor impossível e nas caipirinhas do Filial e cervejas da Mercearia São Pedro.
Tenho lido só coisas relacionadas ao trabalho, mas como esse blog também não é pra ser de moda, não vou escrever nada sobre isso aqui.
No próximo final de semana tenho duas missões: assistir aos filmes que ainda não vi antes que saiam de cartaz e fazer um tour pelas lojas de decoração pra dar um up no meu quarto novo. É, mudei de casa. Ainda não é no Centro e muito menos no Copan, mas é perto da editora e facilita a minha vida. E a Vila Madalena é um ótimo lugar pra se morar. Além disso, meia hora pra ir de casa pro trabalho e do trabalho pra casa é um luxo pra poucos em São Paulo.
Espero que na semana que vem tenha algo interessante pra escrever aqui. Também tenho sentido falta disso. É ótimo só ter que ler os textos dos outros, mas escrever também é muito bom. E eu não quero perder o hábito.