terça-feira, 7 de outubro de 2008

Tenho ouvido muito


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I tell you how I feel, but you dont care.
I say tell me the truth, but you dont dare.
You say love is a hell you cannot bare.
And I say gimme mine back and then go there - for all I care.

I got my feet on the ground and I dont go to sleep to dream.
You got your head in the clouds and youre not at all what you seem.
This mind, this body, and this voice cannot be stifled by your deviant ways.
So dont forget what I told you, dont come around, I got my own hell to raise.

I have never been insulted in all my life.
I could swallow the seas to wash down all this pride.
First you run like a fool just to be at my side.
And now you run like a fool, but you just run to hide, and I cant abide.

I got my feet on the ground and I dont go to sleep to dream.
You got this head in the clouds and youre not at all what you seem.
This mind, this body, and this voice cannot be stifled by your deviant ways.
So dont forget what I told you, dont come around, I got my own hell to raise.

Dont make it a big deal, dont be so sensitive.
Were not playing a game anymore, you dont have to be so defensive.
Dont you plead me your case, dont bother to explain.
Dont even show me your face, cuz its a crying shame.
Just go back to the rock from under which you came.
Take the sorrow you gave and all the stakes you claim -
And dont forget the blame.
I got my feet on the ground and I dont go to sleep to dream.
You got this head in the clouds and youre not at all what you seem.
This mind, this body, and this voice cannot be stifled by your deviant ways.
So dont forget what I told you, dont come around, I got my own hell to raise.

E não é?

Eu quero me molhar, mas você vem com o guarda-chuva

Eu quero andar pelos telhados 

E você olha pros dois lados antes de atravessar a rua

Eu gosto do sabor agridoce

Pra vocé, salgado é salgado

Quando a roda gigante pára e eu adoro a vista do alto

Vocé sente vertigem e precisa ter os pés no chão

Você já tem a viagem planejada, e eu só penso em sentir o vento no rosto

Eu quero que o mundo vá pro inferno

Você reza todas as noites antes de dormir

Eu saio sem vela, nem lanterna, nem farol

Tateando no escuro, sentindo a direção

Sua bússola mostra sempre o caminho certo

Me alimento das palavras, sensações e fluídos

Você toma um banho demorado

Seu bolo com receita sempre dá certo

Minha carne tem um gosto diferente a cada dia

Eu leio de trás pra frente, do meio pro fim, rabisco as páginas e rasgo

Suas revistas estão em ordem cronológica na estante

Eu me visto com a primeira fantasia amassada que sai do baú

Você escolhe a cor da camisa no arco-íris de brancos dos cabides

Eu vou voando

Você segue as placas

Eu sinto. Você pensa.

E assim a gente é feliz.

O menino está com sede e nós não temos laranjas

Ele não merece...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Rotina

A idéia é a rotina do papel
O céu é a rotina do edifício
O início é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto

A rotina do jornal é o fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é rock

O coração é rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio

A rotina do perfume é a lembrança
O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo

A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem sua beleza


*Esse texto é de uma propaganda da Natura, copiei do blog da Priscila Nicolielo, que tá linkado aí do lado

Linha de Passe

Felizmente tenho a sorte de ter amigos que se preocupam comigo, não me deixam ficar jogada às traças em pleno domingo à noite e me convidam pra ir ao cinema. :)
Fui agora há pouco com meu amigo Luciano assistir Linha de Passe. Estava esperando a estréia há muito tempo, porque conheci o João quando eles estavam terminando as filmagens e fiquei curiosa pra vê-lo no cinema. No fim, acabei demorando para assistir, mas antes tarde do que nunca. Ainda estou pensando sobre o filme, acho que vou precisar assistir de novo. 
Sei que adorei a edição, a forma como foram montadas as cenas, relacionando referências dos universos dos cinco personagens. A Sandra está mesmo ótima, não preciso nem comentar, mas, pra mim, quem rouba a cena é o gracinha do Kaike Santos, que faz o irmão mais novo. Muito inteligente o menino, gente! Não sei de onde ele saiu, mas um menino novo daquele que consegue demonstrar com o olhar o que o personagem tá sentindo, não é qualquer coisa. Fora que é muito engraçado o jeito malandrinho e atrevido dele, desafiando os irmãos mais velhos. O José Geraldo, que faz o Dinho, o irmão evangélico, também está ótimo - surpreende quando vai do bonzinho ao louco de uma hora pra outra e consegue convencer muito bem nas cenas em que demonstra sua fé, também somente com o olhar. Sobre o João, eu prefiro não comentar, porque sou suspeita. 
Vários outros detalhes me chamaram a atenção, mas agora é muito tarde pra escrever sobre isso. Fica pra próxima. 
Aqui embaixo, uma foto que tirei sexta-feira com o "Denis", o motoboy canalha do filme, e meu querido amigo Albérico.

domingo, 5 de outubro de 2008

Que?

Eu não sou nada disso que você pensa...

Não chore por mim

Há algum tempo eu decidi que não iria chorar por ninguém nunca mais. Não iria mais sofrer por gostar de alguém. Acho que o amor tem que ser uma coisa boa e, à partir do momento que passa a não fazer bem, é melhor esquecer. 
Mas isso, de não chorar, não significa que eu decidi me proteger e não amar, ou que eu me recuse a sentir alguma coisa ou a arriscar. Na semana passada, dois amigos meus estavam conversando e um deles falou: "Eu já conheci alguns namorados da Vivian, todos muito bacanas, e o que eu acho legal é que ela sempre ama muito a pessoa. Pode ser que dure duas semanas, mas a gente percebe que naquele momento o que ela sente é verdadeiro, é real." Eu gostei de ouvir isso, porque realmente, quando eu estou com alguém, aquela pessoa passa a ser o motivo da minha vida. Nem que seja por uma hora, um dia, ou por anos. Já quebrei a cara várias vezes por isso, mas não me arrependo de nada. Adoro ser assim, não fico me resguardando, vivo a situação intensamente, me jogo de cabeça, e faço com que cada minuto em que eu estive com aquela pessoa seja valioso. Porque depois, se acabar, é a alegria e os momentos bons que tivemos que vão ajudar a me confortar. Se tem uma coisa que não suporto é ficar fazendo joguinho, do tipo: ah, não vou ligar porque ele que tem que me ligar primeiro, ou não vou sair com ele hoje porque ele não me ligou ontem ou porque vai achar que eu estou à disposição. Se eu estou com vontade, ligo, falo. Porque ninguém tem bola de cristal.
Mas esses dias uma imagem veio a minha cabeça. Imaginei que a cada decepção que a gente tem com o amor é feito um curativo no coração. Ele é enfaixado com uma espécie de tira de gaze. O natural seria tirar o curativo depois que tudo já estivesse cicatrizado. Mas tem gente que não consegue tirar nunca esse curativo e, a cada tristeza causada pelo amor, vai colocando mais uma faixa por cima. E, então, vai se formando uma camada tão espessa e dura, que fica cada vez mais difícil conseguir penetrar. Eu tenho medo que isso aconteça comigo um dia, porque geralmente a gente não percebe quando acontece. E aí a pessoa vai ficando amarga, triste, sem confiança nos outros e incapaz de se entregar.
Por falar em entrega, eu acho que isso é que é a essência do amor. Na quinta-feira, perguntei pro meu amigo Danny Boy qual era o segredo do amor, e ele me disse, entre outras coisas, que é quando alguém fala pro outro "eu sou seu". E esse eu sou seu significa essa entrega. Não existe cobrança, porque o que se sente é maior do que qualquer outra coisa que se possa esperar em troca. O amor de verdade é generoso, mas não é compreensivo. Porque compreensão exige um certo esforço e o amor verdadeiro não precisa de esforço, ele simplesmente aceita, existe e é. 
E acho que foi por isso que eu decidi não chorar mais. Porque se o que eu sinto me faz sofrer é porque eu estou esperando alguma coisa da outra pessoa que ela não está me dando ou não pode me dar. E se eu quero algo que ela não tem ou que ela não me dá por livre e espontânea vontade, não existe amor em algum dos lados e isso faz não valer a pena. Afinal, ninguém pode obrigar, forçar ou ensinar ninguém a amar. Porque o amor simplesmente é, ou não é.
Só pra dar um exemplo, esses dias assisti ao filme Os Desafinados. Uma história de amor, linda. As pessoas com quem conversei acharam um absurdo quando falei isso, talvez eu esteja muito errada mesmo, ou eu seja muito trouxa, mas o que achei lindo no filme é a história da Luiza (Alessandra Negrini), que é a mulher do Joaquim (Rodrigo Santoro). Ele é músico e, quando vai tocar com a banda nos EUA, deixa a mulher grávida no Brasil. Lá, ele se apaixona pela cantora Glória (Claudia Abreu) e eles começam a ter um caso. Só que o cara sofre, porque ele ama a mulher. Como assim? Ué, ele mesmo diz: "Eu amo a Luiza, mas eu estou apaixonado pela Glória." Acontece... A Luiza também ama muito o Joaquim, mas quando a banda volta pro Brasil ela percebe que rola alguma coisa entre ele e a cantora. Em uma cena eles estão gravando num estúdio, a Luiza está assistindo do lado de fora e vê o clima que rola entre o marido e a outra. E a Glória está cantando uma música que fala "Por isso mente pra mim, vai ser bem melhor saber que mentiu pra me salvar". Depois, o sofrimento do Joaquim com a situação aumenta, ele não quer mais enganar a mulher e vai contar tudo pra ela. Só que ela já sabe, e antes dele começar a falar ela interrompe e diz: eu te amo. E isso quer dizer: não precisa me falar nada, eu já sei de tudo, mas o que eu sinto por você é maior e mais importante que isso e eu vou continuar aqui do seu lado não importa o que aconteça. 
Tudo bem, traição é algo muito complicado, que envolve respeito, confiança, e muitas outras coisas. Não estou defendendo. Mas esse exemplo foi só pra dizer que o amor amor mesmo, supera qualquer coisa, sem cobranças. Pode não ser uma traição, pode ser algo que seria considerado um defeito, uma atitude que aos olhos dos outros, ou até aos nossos mesmos, se tomada por outra pessoa ou em outro momento, não seja considerada boa ou correta - desde apertar o tubo de pasta de dente no meio ou não levantar o assento da privada até sair, encher a cara e voltar bêbado de madrugada, sei lá. E se essa aceitação não acontece naturalmente, sem ser vista como um esforço, não vale a pena insistir, nem chorar. 
Mas se acontece, tem suas consequências e uma delas é a sinceridade. Se existe amor entre duas pessoas, existe confiança, porque já que existe aceitação mutua, não há necessidade de mentir. Já ouvi muito das minhas amigas e eu mesma já falei a frase "eu faço tudo por ele mas ele não enxerga isso e não faz nada por mim". Hoje eu acho que quando se ama, tudo o que se faz pelo outro não é considerado um sacrifício e nem é feito esperando uma retribuição ou reconhecimento.
Pode parecer tudo besteira e teoria, mas isso acontece e existe mesmo. Tá, eu sei que não é fácil... mas a gente tem que acreditar, dar chance pra acontecer e saber reconhecer... E parar de chorar quando não vale a pena.
  

Who loves the sun - The Velvet Underground

Who loves the sun? Who cares that it makes plants grow? Who cares what it does since you broke my heart?
Who loves the rain? Who cares that it makes flowers? Who cares that it makes showers since you broke my heart?

O problema é que vocês nunca conseguem entender o que a gente quer

"O problema é a hora do rush, o forno de microondas estragar quando você mais precisa dele, o problema é os caras que vendem carnês da felicidade, o problema é os filmes que saem de cartaz justamente quando eu decido assistir, o problema é o carro afogar no meio do trânsito, o problema, cara, é a gente nunca ter com quem dividir o guarda-chuva." 
Nossa vida não vale um chevrolet - Mário Bortolotto
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Delicious II

Subject: Olá

Oi, tudo bem? Há quanto tempo, hein? Não queria incomodar, mas preciso te falar uma coisa. Na verdade, só estou escrevendo pra pedir pra você parar de invadir os meus sonhos como tem feito. Quem você pensa que é pra aparecer assim, sem avisar, de um jeito que você sabe que eu não tenho como impedir?
Eu respeitei, aceitei e até entendi quando a gente teve que se afastar, mas você voltar assim, agora, com essa frequência, enquanto eu estou dormindo, é covardia. Diria até que é de uma certa maldade da sua parte. Porque eu fico pensando que está tudo bem e que nada pode dar errado, mas aí acordo e vejo que você não está do meu lado. E isso me causa um segundo de dor, antes de voltar a enxergar a realidade e perceber que foi melhor assim. Porque depois o sofrimento seria maior, né?
Bom, era só isso que eu queria dizer. Se achar que deve, pode me ligar um dia. Mas um dia, uma noite não.
 

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Agora sim, tá!?

Vc é um pouco chata sim, pq vc sabe que você é interessantíssima...

E meu ego voltou ao normal! :)

Delicious!

Ninguém é de ferro...

No msn, de um amigo:
Uai q carencia toda é essa, dona Vivian? Vc sempre foi tão decidida, dona de si e etc etc etc...

Mais sobre Cão sem dono

Fiquei pensando em outras coisas sobre o filme e me dou vontade de escrever mais. Duas cenas me chamaram muito a atenção. Só pra dar pra entender, no começo um cão de rua começa a seguir Ciro até a casa dele e ele acaba adotando o bichinho. 

Em uma das cenas, Ciro está almoçando com os pais e a mãe pergunta se ele deixa o cachorro dele sozinho em casa quando sai. Ele diz que o cachorro fica na rua, porque é um cão de rua. E a mãe fala que quando um cachorro tem dono, o dono cuida dele. Ciro responde que não é dono do cão, é só um amigo. O cara se exime de qualquer responsabilidade quando diz isso. Quer dizer, o cachorro tá lá com ele porque quer, ele faz o que pode, mas é cada um por si. E aí está refletida também a relação que ele tem com Marcela. Se ela aparece na casa dele é porque ela quer. Ele não sabe nada da vida dela, e nunca demonstrou o menor interesse em saber, onde ela mora, onde ela trabalha, nunca telefonou. 

Em outra cena Marcela pede pra ele fazer uma poesia pra ela e ele começa a falar: Marcela, linda, gostosa, deliciosa. Então ela diz: Isso é óbvio, lê a minha alma. Raiva. Há tempos ela estava ali perto dele e tudo o que ele conseguia ver era como ela era bonita e gostosa. O cara não enxerga nada além do seu próprio umbigo mesmo. Mas, aqui se faz e aqui se paga. Depois ele percebe o quanto ela era importante na vida dele, só que é tarde demais e ele sofre. Sofre muito.  Mas nunca é tarde para aprender, né?
  

terça-feira, 30 de setembro de 2008

É assim que as pessoas chegam até aqui...

Essas são as frases que alguns infelizes procuraram no google para chegar até esse blog:

onde comprar rapadura barata
casamento sexo enjoa
o que é amargo?
pollyana – fiume
amigos rescente
significado eldo
objetivos para trabalhar com frutos em sala de aula
amor coisa mais romantica do mundo
poliana sao luis de montes belos

Só rindo, né?

Cão sem dono



Acabei de assistir Cão sem dono, dirigido pelo Beto Brant e pelo Renato Ciasca. Já queria assistir há algum tempo e hoje descobri sem querer que tinha conseguido baixar da internet e ele estava aqui guardado no meu computador, como que esperando a hora certa pra ser assistido. 
Há pouco tempo, li o livro que inspirou o filme, Até o dia em que o cão morreu, do Daniel Galera. Esses escritores gaúchos são muito bons (acho que já falei alguma coisa aqui sobre o Reginaldo Pujol Filho, que escreveu Azar do personagem, um excelente livro de contos). O Daniel já é reconhecido como um dos melhores escritores de sua geração, um dos que melhor retrata o pensamento e o modo de vida dos jovens de 20 e poucos a 30 anos. Daqui há cinqüenta anos, vão ler um livro dele e saber exatamente como a gente era, como vivia e quais eram as nossas expectativas. Ou falta de expectativas. É sobre isso que ele fala nesse livro. Um cara formado em letras, que se diz tradutor, mas não trabalha, mora sozinho em um apartamento sem móveis, é sustentado pelo pai e não tem a menor perspectiva de mudar de vida. Ele diz que seguiu sua vida na inércia – escola, cursinho, faculdade, trabalho – só que essa parte era mais difícil do que ele imaginava. Ou ele simplesmente não tinha vontade nem ânimo algum para continuar. A vidinha solitária, fechado no apartamento, era suficiente pra ele. Até que aparece a modelo Marcela, cheia de sonhos e expectativas, e ele subestima tudo o que ela deseja e tudo o que ela é e quer ser. Inclusive o que ela sente por ele. A indiferença dele perante a vida é a mesma que ele tem perante ela. Assim como o cão, que o segue até sua casa por espontânea vontade e ele o aceita, Marcela é tratada como se sua presença ali não fizesse a menor diferença. Até que as coisas mudam, muda a situação e ele também muda.
No filme senti falta de uma certa raiva de tudo isso que Marcela parece ter no livro. Ela é muito mais passiva no cinema. Por outro lado, o sofrimento do cara quando sente que pode perdê-la é muito mais presente no filme, e isso eu gostei. A gente só da valor depois que perde mesmo, né?
Mas, voltando a falta de perspectivas, acho que a gente sempre viveu essa inércia e sempre foi assim. Todo mundo já tem o seu destino traçado desde quando nasce e esse destino vai sendo incutido nas nossas cabecinhas desde crianças. As perspectivas que a gente tem não são realmente nossas, elas nos foram contadas em historinhas ao longo da vida e acabamos por absorvê-las. Será que existe alguém que seja realmente livre? Que tenha feito suas próprias escolhas, mesmo depois de passar por toda essa lavagem cerebral? Acho que existe sim, mas com certeza essa pessoa é considerada louca ou anormal.
Pra que enfrentar tudo isso se eu posso ficar trancado no meu apartamento vendo a vida passar da janela? Ou por que ficar vendo a vida passar da janela se eu posso ir lá e fazer alguma coisa acontecer do meu jeito? A escolha é minha. Será?

Tks

Às vezes, a gente não percebe como consegue iluminar o dia de outra pessoa apenas sendo a gente mesmo. Eu realmente tenho essa sorte, de estar rodeada por pessoas tão especiais, que aparecem de repente e, mesmo sem perceberem, conseguem transformar os dias chuvosos e as maiores tempestades em manhãs ensolaradas e tardes azuis, nas quais posso sentir o calor na pele e o vento batendo no rosto. E isso dá aquela sensação de que realmente vale a pena viver.

Boa Sorte - Vanessa da Mata

Tudo o que quer me dar é demais, é pesado, não há paz. Tudo o que quer de mim, irreais expectativas desleais. Mesmo, se segure, quero que se cure dessa pessoa que o aconselha. Há um desencontro, veja por esse ponto, há tantas pessoas especiais...