sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Coisas que a gente não espera
Na verdade, o tempo é uma coisa em principio criada pelo homem, ele não é presente na natureza, mas na consciência humana. Se você vive, você diz que o tempo passa. Se você tem consciência, você tem a consciência do tempo, e ao mesmo tempo ele é o agente da sua morte.
O ser humano nasce direcionado para a morte, sendo o Tempo o barco dessa viagem. Por outro lado, é um agente da vida, um Salvador. É costume dizer que o tempo encontra a solução para todos os problemas. Um exemplo simples, embora doloroso: Você está com uma mulher, mas você não consegue viver junto com ela porque você não confia nela. Porém, você não consegue viver sem ela. Se eu disser que não consigo viver com ela e nem sem ela, a lógica diz que a minha única solução é morrer. Certo? Errado. Mentira! Está faltando um dado na questão: o Tempo. Se você estirar seu problema no tempo, mil caminhos aparecerão: pode ser que eu deixe de amá-la, pode ser que ela passe a me amar, que as nossas coisas se resolvam, e todas as outras coisas intermediárias. Quando você estende as questões no tempo, elas mudam de feição, conteúdo e significado. O tempo é uma luneta mágica. A consciência é uma coisa que só existe quando foi perdida," Lei o resto aqui.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Mulher francesa
domingo, 24 de maio de 2009
Me contendo...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Raridade...
terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Então
domingo, 17 de maio de 2009
Um trechinho...
"Até então, eu não era propriamente infeliz. Mas tampouco era feliz. Tinha saúde, tinha momentos de alegria, mas passava a maior parte do tempo triste. Tolice, mentira, injustiça, sofrimento: fazia-se em torno de mim um caos muito escuro. E que absurdo eram os dias, a se repetirem de semana em semana, de século em século, sem levarem a parte alguma! Viver era aguardar a morte durante quarenta ou sessenta anos, patinando no nada. Por isso é que eu estudava com tanta dedicação! Só os livros e as idéias resistiam a tudo, só eles me pareciam reais.
Graças a Robert, as ideias baixaram à terra e a terra tornou-se coerente como um livro, um livro que começa mal, mas que acabará bem. A humanidade tinha uma direção; a história, um sentido. E minha própria existência também. A opressão, a miséria encerravam a promessa de seu desaparecimento. O mal já estava vencido; o escândalo, dispersado. O céu fechou-se sobre minha cabeça e os velhos temores me abandonaram. Não foi a poder de teorias que Robert me libertou deles; demonstrou-me que a vida se basta a si mesma, só com o ser vivida. À morte ele não dava nehuma importância, e suas atividades não eram entretenimentos: ele gostava do que gostava, queria o que queria, de nada fugia."
Os mandarins, Simone de Beauvoir
Vai saber...
Amém!
É por essas e outras
Fazia tempo que eu não lia seu blog por pura falta de tempo e computador (e fui cobrada disso por duas vezes nas últimas semanas). Mas hoje, aproveitando o final de semana livre, dei uma passada lá e encontrei esse texto sobre a entrevista que ele fez como Hermeto Pascoal (sobre o qual ele já tinha comentado esses dias na Mercearia). Clica aqui. Só digo uma coisa: Lucas, você tem cacife para fazer o que quiser!
sábado, 9 de maio de 2009
E já está nas bancas...
Tem um editorial que eu adoro, com mães e filhas reais (não modelos) usando as mesmas peças de roupa, que foi muito gostoso de fazer porque dava pra perceber que todo mundo estava se divertindo. Acho que por isso ficou tão bonito. E teve a participação da minha amiga Patricia Valim, que está linda com a fofa da Aninha nas fotos.
Mais...
E outra...
E mais uma...
