domingo, 1 de fevereiro de 2009

Pelo menos

Uma coisa pra me fazer rir.
Tocou a campainha, um toque longo, de quem está ansioso pra entrar. Vou rápido abrir a porta. Quem será?
Abro e olho pra fora, ninguém. Olho pra baixo. Um bebezinho da altura dos meus joelhos com o braço estendido, tentando alcançar a campainha. Com chupeta na boca e cara de assustado. Fico olhando pra ele e ele olhando pra mim. O pai aparece e fala, tentando fazer voz de bravo, "É, moleque, tá fazendo o que aí? Coisa feia!". Dou risada e fecho a porta. Um minuto depois a campainha toca de novo. Abro e não vejo ninguém. O pai deve ter ensinado que sair correndo faz parte da brincadeira.

Um comentário:

Antonio Carlos de Almeida Campos disse...

...que lindo: a criança que nos escapa - tudo por uma linda brincadeira!!!

meu sorriso pra você!!!

beijo grande!!!