Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Inferno astral

Se alguém um dia novamente me falar que 30 dias antes do dia do aniversário começa o inferno astral de uma pessoa eu não poderei fazer nada além de gargalhar.
Tá um frio do caramba em São Paulo e eu vou passar meu aniversário bronzeada. E isso é só o começo. Rá!
Semana que vem vai ter que ter champagne pra comemorar.

Contagem regressiva

Faltam 10 dias pro meu aniversário, no Filial.

Faltam 37 dias pro lançamento do CD novo do Trash Pour 4.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Ainda sobre o mesmo assunto

Segundo o Gregòire Bouillier, autor do “O Convidado Surpresa”, todo mundo tem o direito primordial de amar alguém e de deixar de amar. Mas e quanto ao direito que quem é abandonado tem de sofrer? Essa pessoa precisa aceitar a decisão do outro passivamente ou pode insistir em continuar, e lutar, e tentar reaver o amor perdido? E, caso compreenda a posição do parceiro, deve sofrer em silêncio ou pode proclamar seu estado aos quatro ventos?
Sophie transformou em arte e tornou público o e-mail que recebeu declarando o fim de seu relacionamento. Gregòire pediu (em público, na Flip) que ela se desculpasse. Mas se essa foi a forma que ela encontrou para dar escape ao sofrimento causado por ele, porque deveria pedir perdão? A obra foi encarada como uma vingança, mas pode ter sido o único meio encontrado por ela para aliviar a dor da perda.
O próprio Gregòire diz em seu livro que um escritor escreve para levar os fatos à luz, para tentar compreendê-los (ou algo do tipo). Se dar o e-mail para uma maritaca engolir foi o jeito que Sophie encontrou para iluminar e assimilar o que aconteceu, porque recriminá-la?
A gente não escolhe quem ama e não escolhe quando deixar de amar. Mas também não escolhe sofrer e quando deixar o sofrimento de lado.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Mais uma


Só porque amanhã tem show



Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

E isso também é muito bom

Mostra toda a sensibilidade de uma pessoa



Amanhã tem show deles, no The Wall, no Bixiga.

Fiquei com vontade decolocar essa música


Waitin',
watchin' the clock,
it's four o'clock,
it's got to stop,
tell him - take no more,
she practices her speech,
as he opens the door,
she rolls over,
pretends to sleep as he looks her over.
She lies and says she's in love with him.
Can't find a better man.
She dreams in color, she dreams in red.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Ohh...
Talkin' to herself,
there's no one else who needs to know,
she tells herself,
Ohh...
Memories black,
when she was bold, 
and strong,
and waiting,
for the world to come along,
swears she knew it,
now she swears it’s gone.
She lies and says she's in love with him.
Can't find a better man.
She dreams in color, she dreams in red.
Can't find a better man.
She lies and says she still loves him.
Can't find a better man.
She dreams in color, she dreams in red.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Yeah...
She loved him, yeah...
She don't want to leave this way.
She feeds him, yeah...
That's why she'll be back again.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better man.
Can't find a better...man...

Eu preciso falar menos

Hoje tive um jantar com as amigas. A ideia era colocar a conversa em dia e todo mundo contar as novidades. Mas no final eu percebi que falei tanto e não fiquei sabendo de quase nada. Não deixei ninguém falar. Acho que preciso ouvir mais e falar menos... É que às vezes eu me empolgo... 

O Convidado Surpresa

"...afinal ela ainda estava desolada e queria que eu a perdoasse e era necessário qu eu compreendesse, era importante para ela e eu compreendia, sempre compreendi tudo, e perdoava, pois nos meus sonhos eu era nobre e magnânimo e não havia muito a dizer nem a fazer."

"Havia muito tempo, porém, eu acreditava ter me recuperado, e quando comprava pão numa padaria não pensava mais sistematicamente nela e muitas outras razões também me faziam crer que eu havia superado, e dado a volta por cima, como se diz, e mesmo voltado à tona como todos quase sempre conseguem, ainda que ao preço de uma irremediável modificação do seu ser e de uma desastrosa trasnformação de si perceptível no canto da boca, nos ombros ou nos cabelos, com mais força no fundo dos olhos, no andar ouno jeito de rir e falar e se comportar em geral e basta olhar ao redor para perceber."

"...e certamente há coisas milagrosas entre os seres que se amaram e eu exultava por dentro, tudo estremecia em mim, e o telefonema dela que me parecera a última das monstruosidades de repente ganhava sentido, o primeiro e o mais assombroso que existe, e há sempre um ponto por onde a realidade nos salva dela própria."

"E então compreendi por que sempre se embrulham os presentes em nossa sociedade: não para produzir o efeito surpresa mas para dissimular que se trata de uma mentira, e essa certeza inevitavelmente nos atravessa o espírito quando recebemos um presente, sim, o abrimos e numa fração de segundos pressentimos a fraude e somos tomados pelo desgosto e a tristeza e procuramos logo sorrir e agradecer para enterrar no mais fundo do nosso ser o dissabor de nunca nos oferecerem nada de inesperado na vida e essa alegria sempre frustrada continua sendo para nós mesmos incompreensível."

"Não compreendi muito bem como a conversa foi parar na descrição do aparelho de discriminação de Lashley, e eu não sabia do que se tratava e ela explicou que pegavam ratos e os condicionavam para se alimentarem numa tina verde ao passo que recebiam um choque elétrico se comessem numa tina vermelha, e os ratos ficavam neuróticos e até aí tudo bem e eu estava de acordo; mas depois tiravam a tina verde e os ratos ficavam apenas com a tina vermelha para se alimentar sabendo que ao se aproximar dela levariam um choque e imagine o conflito, ela me disse com os olhos brilhantes; eu podia imaginar muito bem e os ratos finalmente enlouqueciam: punham-se a girar no próprio eixo durante horas ou tornavam-se violentos e agressivos sem razão aparente ou se batiam contra o vidro até se machucar e ao cabo de alguns dias a maioria acabava não se mexendo mais e permanecia imóvel e prostrada e obnubilada e era possível então fazê-los adotar qualquer pose, mesmo as mais extravagantes e as mais desconfortáveis, sem que esboçassem a menor reação, e esvaziei num trago o resto daminha taça de champagne e disse a ela que na minha opinião já fazia tempo que haviam tirado a tina verde de muitos de nós e talvez até de todos, bastava olhar ao redor as poses inverossímeis e obnubiladas em toda parte e o tempo todo..."

"...e nem uma única vez ela veio na minha direção com a intenção de evocar o passado e muito menos de me pedir perdão quando para mim isso teria bastado, sim, perdão simplesmente, mesmo sem evocar o passado eu teria compreendido, só perdão, tomando talvez minha mão por um breve instante e apertando-a, sim, eu teria me contentado com um simples aperto dos seus dedos e não pedia mais; mas não, a atitude dela permaneceu a mesma e não passava pela nossa história e talvez ela não tivesse encontrado coragem ou o momento ou a vontade ou sei lá o que e isso agora não tinha mais nenhuma importância, era tarde demais e a festa estava no fim."

Gregòire Bouillier

Domingo, 5 de Julho de 2009

Porque o importante é ser tranquilo e otimista

Orgulhosa

De mim mesma. Acabei de abrir o computador pra consertar o cooler, relembrando os velhos tempos de colégio técnico, quando eu ficav criando historinha com personagens que eram bonequinhos feitos de resistores e capacitores. Mas deu certo.

Sábado, 4 de Julho de 2009

Em Paraty

Assisti à mesa com Sophie Calle e Gregòire Boullier, que foi bem divertida. Não conegui comprar para a tenda dos autores, estava muito concorrida, mas fui na tenda do telão.
Quando estava na fila, vi os dois chegando. Ela de vermelho e ele de azul, super apressados, como o diabo que foge da cruz. E entraram direto. Eu dei as costas e fingi que não vi.
Fico imaginando o que falaria pra ele se nos cruzássemos. Uma opção seria: "Some da minha frente, te odeio e não quero te ver nunca mais". A outra seria agir civilizadamente, segurando o coração disparado e disfarçando a mão trêmula, e cumprimentar com educação, fazer algum comentário sobre as discussões e me comportar simuladamente de forma natural, como se nada tivesse acontecido. Afinal, como diz o Augusto, é todo mundo adulto. E como Gregòire disse hoje, todo mundo tem o direito primordial de amar alguém e de deixar de amar, de romper um relacionamento.
Vamos ver o que acontece.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Revolução do sofá

Isso apareceu há alguns dias no twitter, mas é muito bom então resolvi colocar aqui.

http://img22.imageshack.us/img22/8003/forasarney.jpg

Cortesã

"Cruza as pernas bem na minha frente com essa falsa cara de inocente, me come com os olhos mas finge que não quer, o rosto é de menina mas o corpo é de mulher"

A banda que eu adoro com MySpace novo: http://www.myspace.com/sacoderatos

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Barbarella

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Pergunte ao pó

Ontem terminei de ler Pergunte ao pó, do Fante. Para minha decepção (afinal a esperança é a última que morre), o livro confirmou o que eu escrevi em um dos posts anteriores: os grandes amores dificilmente têm um final feliz. A história termina com loucura, desespero e morte. Pobre Camilla.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Me sigam

no twitter: vivsvianna
:)

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Os Bibliólicos Anônimos

Texto muito bom do Paulo Roberto Pires, aqui.
Agora eu sei porque fiquei tão desesperada na semana passada quando vi que tinha esquecido meu livro em casa.

E a vida segue

É verdade, eu ando triste mesmo. Mas esse negócio de ficar em casa fechada no quarto escuro chorando no travesseiro não tem nada a ver comigo. Não vou perder meu precioso tempo fazendo isso. E ainda bem que penso assim. Caso contrário poderia ter me privado de um domingo delicioso, cheio de momentos especiais. Acho que o segredo é me cercar de boas companhias, como fiz ontem.
Pra começar, fui comer na Bella Paulista com um amigo que não via há tempos, mas que mora no meu coração. Ele é aquela pessoa que a gente tem que procurar quando quer ouvir umas verdades que não tem coragem de encarar. E isso é ótimo!
Depois, saí literalmente correndo pela Paulista, pra encontrar outro cara que eu amo no Reserva Cultural e assistir a um filme do Festival de Terror. Chamava “O Proprietário” e era uma história de suspense bizarra de uma atriz lésbica que alugava um loft vigiado por câmeras pelo seu vizinho. Quando a menina dormia o cara soltava um gás pela tomada do apartamento para deixá-la inconsciente e a estuprava. No fim, ela engravida do cara, acha que o filho é de deus, porque ela não transava com homens, e acaba enlouquecendo e matando a namorada. Divertido!
Saindo do cinema, como ainda era cedo, pensamos: “O que fazer agora?” E imediatamente veio a resposta: “Tomar um chope no lugar de sempre”. Mas ligamos pra um casal de amigos e fomos para o apartamento deles tomar um vinho. Passamos no Pão de Açúcar da Teodoro e compramos um malbec Finca La Linda, que eu adoro! O programa caseiro foi muito gostoso. Agradeço ao Zé e à Simone por nos receberem na noite super agradável de domingo. A conversa estava ótima e a música também. Às vezes ficar em casa pode ser mais divertido do que qualquer bar movimentado.
Saindo de lá, como era de se esperar, acabamos no Filial pra tomar a saideira e comer coxinha (tá, não como fritura mas abri uma exceção, afinal ninguém é de ferro e a coxinha do Filial é muito boa!).
Terminei o final de semana com as boas energias recarregadas para encarar a semana, que promete ser bem diferente das últimas. Delicious!

Twitter

Eu estou viciada no Twitter. Tenho minha conta desde meados do ano passado, mas nunca tinha me interessado muito pelo negócio. Foi a @nataliafava que me animou participar mais. Agora, comecei a acompanhar e não consigo mais parar. Sigo desde celebridades, como Vitor Fasano, Priscila Fantin, Luciano Huck, Helio de La Peña, Leo Jaime e Rubens Barrichello, até escritores, jornalistas e políticos, como Xico Sá, Paulo Roberto Pires, Millor Fernandes, Marcelo Tas e José Serra, passando por revistas e sites, como Folha, G1, Veja e Trip, e pelos populares da rede, como a Twittess e o Cardoso. Ah, e claro, meus amigos!
É impressionante como esse negócio que só te deixa postar frases de até 140 caracteres consegue aproximar e mobilizar as pessoas, facilitando a comunicação instantânea, o compartilhamento e a disseminação de informações.
Na semana passada vi que estava rolando a campanha #forasarney que tomou uma proporção enorme com uma rapidez incrível. O #forasarney foi o assunto mais popular entre os twitteiros brasileiros no dia 26, batendo até mesmo os comentários sobre a morte de MJ, e atingindo 10839 ocorrências nos últimos 30 dias, segundo as estatísticas do site
blablabra. O movimento, incentivado por uma das personalidades nacionais mais seguidas e mais ativas no twitter, Marcelo Tas, acabou estimulando iniciativas no mundo real, com a reunião de pessoas em manifestações em São Luis, Belo Horizonte e Brasília (saiba mais no Blog do Tas). Outra campanha que ganhou milhares de adeptos foi a do avatar verde, em solidariedade aos protestos nas ruas do Irã (o verde é a cor de campanha de Mir-Hossein Mousavi, candidato derrotado nas eleições).
Eu estou achando isso lindo! É a internet aproximando as pessoas, principalmente os jovens, da consciência política. Eu mesma assumo que ando alienada. Já fui melhor informada mas ando displicente. E pessoas como o Tas, que colocam assuntos relevantes em pauta, acabam chamando nossa atenção para o que acontece no mundo e no Brasil e nos fazem procurar mais informações.
E parece que, além dos usuários comuns, das celebridades e dos formadores de opinião, os políticos também estão percebendo o poder da interação por meio da internet, seguindo o exemplo de Obama. Serra já criou seu twitter, onde além de postar sobre política, fala de música e preferências pessoais. Parece que Lula também vai lançar seu blog em julho, onde pretende conversar com os jovens usando uma linguagem mais informal. Acho ótimo! Esse contato aparentemente mais pessoal e direto aproxima as pessoas e facilita a troca de informação e o debate de ideias.
Agora eu quero um Iphone pra poder acessar o twitter na fila do banco, na hora do almoço e no banheiro. Por falar nisso, deixa eu ir lá atualizar pra ver se tem postagem nova.
Ah, se quiser me seguir, eu sou vivsvianna.

Domingo, 28 de Junho de 2009

Meu amor

Eu te amo! E mesmo assim isso me faz muito feliz!

Sorte nossa que hoje eu tô super animada! (Mesmo com o 2546o. bolo de ontem. Mas o importante é ser tranquila e otimista, né!?)


Vou tomar um café, assistir um filme de terror e semana que vem vou ler uns livros na praia. Eba!

Tá chegando

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Bom estar sozinha em casa!

Acho que eu nasci pra ficar sozinha mesmo. E gosto. Eu era a menina que ficava sentada sozinha na hora do recreio. Até hoje sou assim. Almoço sozinha sempre (aproveito pra ler, pra organizar meus pensamentos - ou desorganizá-los mais ainda - e, muitas vezes, economizo a minha paciéncia). Não sei se aprendi ou se sou assim mesmo. As pessoas acham estranho quando digo que gosto de sair sozinha, e saio. Adoro ir sozinha ao cinema. Vou sozinha a bares e a festas. Acho engraçado quando falo que é mesa pra um e o garçom mesmo assim traz dois copos. Ou quando vejo as pessoas olhando com cara de "coitada, não tem amigos" ou "coitada, levou um bolo". 
Às vezes dá até pra conhecer gente interessante. Na semana passada conheci gente assim na Mercearia e no Filial. Sujeitos bacanas. Tem gente que pensa que se uma moça está sozinha em um bar é porque está disponível, mas acho que na maioria das vezes, logo de cara, isso assusta. É que gente que não depende de ninguém pra fazer alguma coisa deve ser estranha mesmo.
Só sei que eu adoro estar aqui no silêncio, sabendo que não tem ninguém no quarto ao lado. Claro que a companhia de alguns amigos (que dá pra contar nos dedos) seria boa. E eu adoro sair com meus amigos e conversar (novamente, dá pra contar nos dedos). Mas já me convenci de que, como disse o Kevin do filme Esqueceram de Mim, "quando eu crescer eu vou morar sozinha".

E valerá, tenha certeza, por toda a vida...

Apenas o fim


Já me falaram que eu sou só uma menininha que não sabe o que é amar. Mas quem disse que a gente precisa saber o amor? Amor a gente só sente, não sabe. Paixão eu já sabia há algum tempo o que é. Gosto de estar apaixonada e já sofri com paixões que chegaram ao fim. Sempre que isso acontecia, sentia uma tristeza muito grande, mas sabia que uma hora passaria, porque faz parte da vida. Na verdade, acho que isso é a vida. Isso é que nos faz saber que estamos vivos, o sentir.
Mas amor não é assim. Amor de verdade dura. Talvez, como você já me falou, poucas pessoas tenham o privilégio de conhecer durante a vida esse sentimento. E isso, apesar de poder ser considerado algo bom, um privilégio, causa uma dor ainda maior e mais profunda. Porque não vai passar. Talvez esse sentimento esteja mesmo fadado a ter um final infeliz, como nas grandes histórias de amor que já foram contadas pela humanidade, que sempre acabam em morte, desespero e loucura. 
Fico tentando me convencer de que essa interrupção seja boa pois, como Kurt Cobain, paramos no auge, em um momento em que pudemos ter a vivência apenas de coisas boas, por mais que o depois possa ser tão sofrido. Não tivemos que ir ao supermercado comprar cândida, por exemplo (apesar de eu achar que seria uma delícia ir comprar cândida no mercado com você). 
Talvez esteja certa a personagem do filme que eu vi hoje, que diz que o amor é como pizza: a gente pede pelo telefone, fica na expectativa da entrega e quando ela chega a gente se empantura até não aguentar mais e depois fica largado no sofá da sala assistindo televisão. Mas eu ainda fico tentando entender porque duas pessoas que se amam, se o sentimento é realmente sincero, não podem ficar juntas e vivê-lo até o fim. 
Entendo, não consigo aceitar, mas respeito. Você sabe. Talvez esse respeito venha justamente do amor. O Domingos de Oliveira diz no Separações que amar é querer o bem do outro, Depois, quando ele está sofrendo, renega esse pensamento e diz que o amor é uma selvageria. Eu prefiro acreditar na primeira ideia, por mais que isso vá contra o que sempre me guiou, que é concretizar o que desejo. Talvez devesse insistir, tentar, não desistir. Talvez fosse realmente inutil, mas pelo menos não me arrependeria de não ter tentado. Mas eu te amo e prefiro fazer o que você quer. E isso não me inclui agora.
Então só me resta sentar na escada e te ver de costas indo embora. Roubando as palavras do Tom, personagem do filme, você vai estar presente em tudo o que eu fizer na minha vida, sempre.

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Estou apaixonada...

por uma palavra: desfaçatez.
Gostosa de falar, de ouvir, de escrever e de ler.

Alguma semelhança?

Domingo, 14 de Junho de 2009

É...

Acho que já falei que se eu não fosse eu, queria ser o Lou Reed. Ele é uma das duas pessoas famosas que eu queria muito conhecer. A outra é a Vivienne Westwood, que eu conheci no ano passado.

E hoje

Tô adorando essas coisinhas que preenchem o tempo

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Principalmente o Blip. Só não me dei muito bem com o Facebook ainda.